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Área representa 7% das vendas da farmacêutica no país

Assim como se dá na composição da receita global, a divisão de saúde do consumidor da Pfizer responde por menos de 10% das vendas consolidadas no Brasil. Aqui, o faturamento total da companhia em 12 meses até agosto chegou a R$ 5,9 bilhões, dos quais 7% gerados pela área de negócios que poderá ser vendida ou separada.

Com portfólio amplo nesse segmento, a Pfizer Consumer Health (PCH) produz, além de medicamentos isentos de prescrição, vitaminas e itens de cuidados pessoais. No Brasil, vem registrando crescimento de dois dígitos nas vendas como reflexo da estratégia comercial que passou pelo reposicionamento de produtos campeões de venda, como o multivitamínico Centrum e o anti-inflamatório Advil.

De acordo com os números da Associação Brasileira da Indústria de Medicamentos Isentos de Prescrição (Abimip), esse tipo de remédio representa 30% das vendas em unidades do mercado farmacêutico nacional e, entre as categorias mais vendidas, aparecem os analgésicos, antipiréticos, vitaminas e antiácidos e afins. Tanto multinacionais quanto os laboratórios brasileiros buscam ampliar presença nesse segmento.

Na semana passada, a PCH informou que o gerente-geral no país, Camilo Tedde, foi escolhido para liderar a operação de Consumo da farmacêutica no Canadá. Mas essa não foi a única grande mudança em posições de comando da Pfizer no Brasil neste ano. Em agosto, o executivo Carlos Murillo, de 45 anos, que estava à frente da farmacêutica no Chile, assumiu a presidência da operação brasileira em substituição a Victor Mezei.

Após 11 anos de empresa, Mezei deixou o posto no fim de julho. A farmacêutica americana também se desfez da participação de 40% que detinha no Teuto, laboratório de medicamentos genéricos fundado pela família Melo. A fatia foi recomprada pelos controladores, após meses de rumores que o negócio estava à venda.

Fonte: Valor Online

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