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Libbs participa de projeto de rastreabilidade da Anvisa

 A Libbs Farmacêutica está participando do projeto piloto de rastreabilidade de medicamentos da Anvisa, cuja primeira fase prevê o alinhamento de processos com todos os elos da cadeia, para que entre em vigor, oficialmente, em 2022. Da Libbs, o medicamento aprovado para participar do projeto é a Faulblastina injetável, produto de cadeia fria utilizado no trato de doenças oncológicas. Os demais laboratórios participantes são Aché (Tandrilax comprimido), Bayer (Climene drágea), Boehringer Ingelheim (Micardis comprimido) e Janssen-Cilag  (Levaquin comprimido revestido).

“Com a consolidação desse projeto, o paciente tem a certeza de que o produto percorreu toda a cadeia e saberá a exata origem do que está comprando. Além disso, a vigilância sanitária reforça seus mecanismos de controle e quem produz terá como saber se o medicamento chegou ao destino correto”, ressalta Carlos Reis, diretor de operações do laboratório. A Libbs foi a primeira indústria brasileira a implantar o sistema que permite o rastreamento de medicamentos. Em 2014, a empresa produziu o primeiro lote de um medicamento rastreável, imprimindo o código bidimensional Datamatrix nas embalagens do contraceptivo Iumi. Os investimentos, incluindo equipamentos, sistemas, treinamento e infraestrutura, alcançaram pouco mais de R$ 12 milhões.

“Hoje, todos os nossos produtos já vêm com o código Datamatrix, o que possibilita a verificação da autenticidade ou de algum desvio no processo”, afirma Reis. A meta é disponibilizar a consulta por meio de um aplicativo em 2019. A rastreabilidade de medicamentos tem como objetivo oferecer segurança para o paciente, que, por meio de um código impresso na caixa do medicamento, poderá ter acesso a todo percurso do produto, desde a sua produção até o ato da compra. Nesse sistema, cada caixinha recebe um número único de identificação impresso num código bidimensional que congrega todas as informações relativas a ele, armazenadas em um banco de dados (lote, validade, número de série e de registro na Anvisa), além do histórico e trajetória do produto nas diferentes etapas logísticas (centro de distribuição, distribuidores, farmácias e drogarias até chegar ao consumidor).

 

 

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