fbpx

Insulina está em falta mais uma vez nem Campo Grande

30

Pacientes que recebem insulina Lantus (injetável) e outros medicamentos para controle da diabetes da Prefeitura de Campo Grande, por determinação judicial, estão sem o remédio.

Indisponível nas unidades de saúde, as “canetas” não têm previsão de ter o fornecimento regularizado. Em nota, a administração municipal informou que as insulinas (Lantus, Apidra Tresiba e outras de ação rápida) estão com a entrega limitada para os 400 pacientes, por conta do baixo estoque.

A Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) não explicou como é feita a distribuição do medicamento nem qual é o estoque atual. Mas para quem precisa da insulina, a falta prejudica o tratamento.

É o caso do aposentado Lorival Ribeiro de Souza, 77 anos, que afirma não conseguir o remédio – distribuído pelo Centro de Especialidades Médicas (CEM) – há dias. “Fui atrás e disseram que não tem previsão de regularizar. Também não tenho as lâminas para medir a glicemia, mandaram economizar, fazer o teste só duas vezes por dia ao invés de três”.

De acordo com a Sesau, o tratamento a pacientes com diabetes do Sistema Único de Saúde  oferece duas medicações (Insulina humana (NPH ) e Regular), que são integradas à Relação Municipal de Medicamentos (REMUME).

Estas medicações não estão em falta, sendo as mesmas fornecidas regularmente e gratuitamente aos pacientes cadastrados nos programas de tratamento. “Incorre que, medicamentos que estão fora da lista da REMUME que, em sua maioria, são de alto custo, como é o caso da Insulina Lantus, são ofertados somente através de decisões judiciais”, informou a prefeitura.

No dia 27 de novembro do ano passado a Sesau formalizou o registro de preços para aquisição de insulina, por ordem judicial, mas até agora sem finalização. O contrato válido por 12 meses tem valor total de R$ 1,487 milhão.

Fonte: Correio do Estado

Comentários
Carregando...