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Remédios falsificados: como fugir das fraudes

Organização Mundial da Saúde conclui que 10% dos medicamentos vendidos nos países em desenvolvimento são falsos. Mas há como escapar desse baita perigo

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Farmacêutico da Extrafarma e especialista da Anvisa dão dicas para ficar bem longe desse risco. (Foto: GI/Getty Images)

Remédios falsificados ou contrabandeados são um assunto sério. Sem os devidos processos que garantem segurança e efetividade, eles podem ameaçar a vida de pessoas que vão às farmácias justamente para se recuperar de uma doença. Daí porque chama a atenção um levantamento da Organização Mundial da Saúde (OMS) publicado no final de 2017.

Segundo a instituição, de todos os medicamentos consumidos em países em desenvolvimento, cerca de 10% são falsos. É muita coisa!

Pedro Ivo Sebba Ramalho, diretor adjunto da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), ressalta que esse tipo de produto é considerado cada vez mais raro no mercado brasileiro. “Não é possível garantir que os casos reais estejam diminuindo, mas notamos uma queda nos números de lotes recolhidos”, enfatiza. “Em 2017, por exemplo, foram registrados seis episódios”.

Apesar disso, os números encontrados pela OMS seguem alarmantes. E reforçam a necessidade de termos atenção na hora de adquirir um medicamento – até para reportar eventuais irregularidades à Anvisa.

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