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Licitações garantem abastecimento da farmácia básica

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Ao longo do ano, a Agência Municipal de Regulação de Serviços Delegados (Arser) já abriu 99 licitações para aquisição de bens e serviços. Desses, 38 editais atenderam a demandas da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), em um total de quase 40% dos processos.

Além de comprovar o compromisso da atual gestão com um melhor atendimento para o usuário e uma postura previdente em relação ao permanente abastecimento dos itens da chamada farmácia básica, o fato demonstra o saldo positivo de uma relação afinada entre as secretarias solicitantes e o órgão licitatório.

“Nesse sentido, a SMS vem merecendo uma menção honrosa. É uma equipe que está dedicada a dar vazão aos processos licitatórios com o apoio da agência. O secretário Nonô e toda a sua equipe demandam e é isso o que a gente espera”, pontua Ricardo Wanderley, diretor-presidente da Arser.

O número expressivo de licitações – que no caso de uma pasta como a Saúde são extensas, complexas e com muitos itens – demanda uma carga de trabalho relevante. “Não é fácil tocar esse número de licitações”, pondera o gestor. “Mas a despeito de todas as dificuldades – e não são poucas – é uma Secretaria que vem se preocupando e se dedicando muito eficientemente ao atendimento da lei que, em última análise, é isso: comprar mediante licitação”, acrescentou Wanderley.

Em andamento

Tentar elevar o grau a este patamar de excelência é o que pauta a gestão do prefeito Rui Palmeira. Tudo isso, em vistas ao melhor atendimento ao usuário do serviço municipal de saúde.

Atualmente, seis licitações da SMS estão em andamento na Arser. Além de medicamentos, elas englobam itens tão diversos quanto a aquisição de batas, lençóis, insumos variados (agulha para coleta de sangue, seringa, álcool, garrote, compressa de gaze, pinça e tesoura cirúrgica, entre outros) e a locação de equipamentos para a realização de exames e testes.

Crédito coletivo

O fator econômico é outro ganho relevante em decorrência de uma licitação eficaz. No último mês de julho, o processo da compra de mais de 100 tipos de medicamentos resultou em uma redução de quase 50% do preço inicialmente estimado. Uma economia de aproximadamente R$ 15 milhões para os cofres públicos.

“Quando você licita, você consegue reduzir custos. Tem esse aspecto econômico-financeiro que é muito desejado, principalmente nos tempos de hoje, em que os municípios estão amargando uma situação financeira muito ruim”, apontou Ricardo Wanderley.

O crédito é sempre coletivo, ressalte-se. Uma boa licitação não começa e nem termina na Arser, como bem lembra o diretor-presidente da agência. “A Arser é um meio bastante eficaz, hoje quero crer, para chegar na melhor contratação. O mérito é muito da pasta que demanda corretamente. Nós damos vazão ao que é necessário aqui e ela passa a fazer a gestão do contrato. Algo que a Saúde vem fazendo com muita maestria”, finalizou Wanderley.

Fonte: Verde Alagoas

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