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Medicamento para mieloma múltiplo é aprovado pela Anvisa

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A regulamentação da lenalidomida representa um importante passo para a ampliação da sobrevida de pacientes; formas de acesso à droga ainda não estão definidas
A lenalidomida, medicamento para pacientes com mieloma múltiplo, tipo de câncer do sangue sem cura que acomete a medula óssea e é o segundo mais frequente em termos de incidência na onco-hematologia, foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) na última semana.

O medicamento também auxilia o tratamento de pacientes com Síndrome Mielodisplásica (SMD), condição na qual há falência da medula óssea em produzir células que formam o sangue em quantidade suficiente. A SMD atinge milhares de pessoas no mundo e em um terço dos casos pode evoluir para leucemia do tipo mielóide aguda (LMA). O paciente com a doença geralmente apresenta cansaço crônico, dores no peito (devido à anemia), aumento de suscetibilidade a infecções e tendência a sangramentos.

A aprovação representa um importante passo para a ampliação da sobrevida e melhora da qualidade de vida de pacientes, mas o acesso ao medicamento ainda é motivo de preocupação.

“A aprovação pela ANVISA é o primeiro passo, mas isso não configura, ainda, a questão do acesso. Como se trata de uma droga oral, ela teria que entrar no rol da ANS, que foi publicado nos primeiros dias de 2018. O próximo só será revisto em 2020. A aprovação da lenalidomida foi tão atrasada que isso prejudicará o acesso a ela”, afirma Angelo Maiolino, hematologista e diretor de comunicação da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH).

Caso queira explorar o assunto, temos fontes especialistas à disposição para falar sobre a importância da Lenalidomida para o tratamento do mieloma múltiplo, os desafios de incorporá-la aos sistemas público e privado e os próximos passos que devem ser dados para que os pacientes possam se beneficiar do medicamento.

Fonte: Maxpress

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