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Nova York pode proibir a venda de cosméticos testados em animais

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A organização Cruelty Free International (CFI) publicou recentemente sobre o seu apoio e progresso ao projeto de lei de Cosméticos Sem Crueldade de Nova York – um projeto que, se aprovado, proibiria a importação e venda de cosméticos testados em animais.

Como uma região central que inspira a moda e a cultura, não apenas em toda a América, mas em todo o mundo, Nova York (EUA) possui um grande poder e responsabilidade para influenciar grandes mudanças na indústria da beleza.

Se o projeto de lei for aprovado, Nova York seria o primeiro estado norte-americano a fazer isso. Porém, ainda há mais trabalho a ser feito antes para que isso ocorra. A CFI explica: “A Cruelty Free International está trabalhando muito nos bastidores para apoiar este projeto de lei desde 2016. O projeto de lei que foi reintroduzido no ano passado veria Nova York se juntar à União Europeia, Noruega, Israel e Índia na proibição da comercialização de novos cosméticos testados em animais”.

Esta não é a primeira vez em que Nova York defende os animais. Em 2008, o estado aprovou uma lei que exige que as empresas usem alternativas aos testes em animais, aprovadas pelo Comitê de Coordenação Interagências sobre Validação de Métodos Alternativos (ICCVAM). O projeto de lei deve ser aprovado por um comitê antes de ser votado, informa o Livekindly.

A gerente de campanhas da CFI na América do Norte, Monica Engebretson, parabenizou os oficiais de Nova York que apoiaram o projeto. “Nós aplaudimos o membro da Assembleia, Rosenthal, por defender esta legislação inovadora que faria de Nova York uma zona de cosméticos sem crueldade. É um exemplo para o restante dos Estados Unidos a fim de atingir a demanda global de cosméticos seguros e humanos”.

Fonte: Espaço ecológico

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