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Câncer colorretal pode ser diagnosticado com auxílio da Medicina Nuclear

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A campanha Março Marinho foi criada pelo Hospital do Câncer de Barretos (SP) com o objetivo de alertar a população sobre a prevenção e o tratamento do câncer colorretal, quarto mais diagnosticado no mundo, segundo o relatório Globocan de 2012. A escolha se deu pelo Dia Nacional de Combate ao Câncer de Intestino, celebrado no dia 27.

O Instituto Nacional de Câncer (Inca), estima que em 2018, o Brasil terá 35 mil novos casos diagnosticados e um terço deles, 12 mil, só no estado de São Paulo. A condição é a segunda mais frequente em mulheres e a terceira nos homens.

Apesar de ter incidência em qualquer idade, a maior parte das pessoas atingidas possui entre 50 e 60 anos e as regiões brasileiras com mais casos são Sudeste e Sul, com a causa relacionada a maus hábitos como uma dieta pobre em fibras, vegetais e folato – uma vitamina do completo B – e rica em gorduras e carne vermelha, consumo excessivo de álcool, sedentarismo e tabagismo.

Entre os sintomas estão alterações do hábito intestinal (diarréia e/ou prisão de ventre), dor e desconforto abdominal, presença de sangue e muco nas fezes, evacuações dolorosas, fraqueza, perda de peso inexplicada, náuseas e vômitos.

O diagnóstico precoce auxilia o tratamento e aumenta as chances de cura. Uma alternativa é a Medicina Nuclear, que atua na detecção antes mesmo do surgimento de sintomas mais severos. “O exame realizado no PET/CT, com o marcador FDG, analisa o funcionamento das células e é capaz de determinar o grau e extensão da doença, facilitando o tratamento”, explica o médico nuclear e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear, George Barberio Coura Filho – responsável clínico da Dimen SP.

O exame conta no ROL da ANS e está disponível para pacientes com planos de saúde e, no Sistema Único de Saúde (SUS), para casos com metástase exclusivamente hepática com potencial ressecável.

Medicina Nuclear

Ainda pouco conhecida pelos brasileiros, a especialidade analisa a anatomia dos órgãos e também seu funcionamento em tempo real, permitindo diagnósticos e tratamentos mais precoces e precisos. A prática atua na detecção de alterações das funções do organismo acometidos por cânceres, doenças do coração e problemas neurológicos, entre outros.

A medicina nuclear conta com exames de alta tecnologia, como o PET/CT, que é capaz de realizar um mapeamento metabólico do corpo e captar imagens anatômicas de altíssima resolução, com reconstrução tridimensional, localizando com exatidão nódulos, lesões tumorais e inúmeras outras condições clínicas. O SPECT/CT é a tecnologia de diagnóstico mais rápida, precisa e com menos radiação, que permite melhor localização anatômica dos achados de cintilografia, permitindo um procedimento mais preciso e menos invasivo.

Fonte: Portal Hospitais Brasil

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