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Beleza usa lojas próprias para ampliar vínculos com clientes

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Fora do Brasil, grandes empresas do setor de beleza estão apostando na aposta na abertura de lojas próprias, com o objetivo de oferecer experiências diferenciadas ao consumidor, como salas de salas de tratamentos faciais, aulas de meditação, workshops e eventos patrocinados por influenciadores. “Esses novos espaços tem como meta ampliar a interação com o consumidor e mensurar hábitos da clientela”, ressalta Maya Mikhailov, diretora de marketing e co-fundadora da plataforma de comércio online GPShopper, empresa que
ajuda varejistas e marcas a melhorar o engajamento e a fidelização de clientes com soluções de tecnologia móvel.

Historicamente, as marcas de beleza sempre focaram no atacado para distribuir seus produtos em farmácias ou lojas de departamento. Agora, algumas delas estão usando até a tecnologia para interagir com os clientes. A Cover Girl planeja ter uma sala de jogos, com elementos interativos e aplicativos de maquiagem. Além disso, comercializará todo o seu portfólio de produtos e terá itens exclusivos em suas lojas físicas.

O conceito de loja conectada tem recebido muita atenção nos últimos anos, especialmente porque a Sephora e a Ulta Beauty introduziram looks de maquiagem virtual usando realidade aumentada ou inteligência artificial. A Glad Lash, empresa de produtos para extensão de cílios, abriu sua primeira unidade no fim de junho no estado norte-americano da Califórnia.

A Osea, fabricante de cosméticos orgânicos e naturais, também anunciou seu projeto de inauguração de uma loja própria. “O objetivo é ampliar o relacionamento com os clientes, identificar o que eles estão procurando e compartilhar nossos lançamentos”, observa a CEO Melissa Palmer. A proposta da empresa, que antes distribuía seus produtos apenas para spas, é oferecer uma espécie de estúdio de cuidados para a pele, com salas destinadas a tratamentos faciais, aulas de meditação e eventos patrocinados por influenciadores.

No Brasil, marcas como Natura e Granado também estão investindo em lojas físicas como parte da estratégia de crescimento, e apostam em novos canais de distribuição para incrementar a experiência de compra.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico

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