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FenaSaúde quer mais interação com o SUS

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Ao participar da audiência pública realizada pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado nesta segunda-feira (13), o diretor executivo da FenaSaúde, José Cechin, ressaltou a importância de se estreitar a relação e aumentar a interação entre a saúde suplementar e o SUS. Segundo ele, o único ponto de contato atualmente existente, hoje, entre os dois sistemas é o ressarcimento ao SUS por serviços prestados a beneficiários de planos de saúde. “É pouco. Precisamos pensar e achar novos caminhos”, frisou Cechin.

Ele acrescentou ainda que a saúde suplementar quer contribuir para a saúde de quem vive no Brasil “ao lado do SUS e com o SUS”.

Cechin salientou também que, com a crise no SUS, os planos privados de saúde se veem cada vez mais como promotores e gestores de saúde e também “são vítimas de abusos por parte de inescrupulosos, que realizam procedimentos desnecessários, em busca de dinheiro fácil”.

Nesse contexto, a FenaSaúde defende a união de esforços em toda a cadeia da saúde (profissionais, laboratórios, fabricantes de medicamentos e de insumos, clínicas e hospitais) para reduzir os custos do setor, em benefício da saúde dos brasileiros.

De acordo com a entidade, entre 2008 a 2017, a despesa assistencial per capita cresceu 169,3%, e a Variação dos Custos Médico-Hospitalares, 230%, enquanto o IPCA acumulado não passou de 69,9%. “Não existe uma bala de prata, é preciso envolver todos. Só assim poderemos reduzir essas despesas que hoje estão nos assustando”, afirmou Cechin.

Fonte: Fenacor

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