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Preço, automedicação e fake news: como o brasileiro vê o canal farma?

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A MindMiners, startup brasileira especializada em pesquisas digitais, ouviu 500 pessoas, entre os dias 20 e 22 de agosto, para entender a percepção dos brasileiros a respeito da atuação da indústria farmacêutica. “O setor é visto com bons olhos por 43% dos respondentes, um indicador que consideramos positivo. Além disso, 57% disseram estar satisfeitos com a quantidade dos medicamentos comercializados no país e 61%, com sua eficácia”, afirma Rodrigo Patah (foto), responsável pelo estudo.

Do total de entrevistados, 95% costumam comprar medicamentos genéricos e 79% acreditam que eles sejam igualmente eficientes em relação aos de referência. “Porém, apenas 4% tomam a iniciativa de consultar farmacêuticos quando começam a sentir um sintoma e somente 34% requerem auxílio desses profissionais quando adentram uma loja, o que exige um trabalho mais assertivo do varejo para atuar como um centro de referência para aconselhamentos sobre a saúde”, complementa.

Outro desafio para as farmácias é estimular a adesão dos pacientes à vacinação, serviço que começou a ser incorporado à rotina das redes privadas no fim do ano passado, após a regulamentação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Segundo a pesquisa, 49% não confiam nas opções de vacinas disponíveis no mercado e 64% lembram-se de ter lido alguma notícia sobre possíveis efeitos colaterais, principalmente por meio de boatos da internet.

O estudo ainda revelou que a decisão de compra de medicamentos segue condicionada especialmente ao fator preço – opinião de 56% dos entrevistados. A proximidade do estabelecimento foi apontada por outros 30%.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico

2 Comentários
  1. Juliana Antunes diz

    Muito boa a matéria.

  2. Rudi diz

    Salve, salve o medicamento ! Viva o genérico, que o tornou acessível aos mais carentes, pela luta do Ministro Serra. E viva o antibiótico, a maior invenção da humanidade, que permitiu ao homem, viver mais do que 50 anos.

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