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GSK lança campanha de conscientização sobre a meningite

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Frame do vídeo com Luccas Neto (Crédito: Divulgação)

Nesta terça-feira, dia 24 de abril, é celebrado o Dia Mundial de Combate à Meningite. Com o objetivo de alertar e conscientizar a população sobre a doença, suas causas, consequências e a importância da prevenção, a GSK está lançando uma campanha digital com Luccas Neto, um dos principais YouTubers do País.

Simulando uma grande brincadeira de caça-palavras com o mote “O que você quer ser quando crescer?”, a ação foi gravada na casa dos irmãos Neto, no Rio de Janeiro, e será veiculada a partir das 19 horas desta terça-feira no canal oficial do Luccas no YouTube (www.youtube.com/luccasneto), que atualmente conta com mais de 14 milhões de inscritos, e é um sucesso entre a criançada.

Para estimular a interatividade e o engajamento desse grande público, o YouTuber convocou os seus seguidores para participarem da campanha enviando pelo Instagram respostas sobre “O que desejam ser quando crescerem”. A gravação foi realizada na piscina da casa dos irmãos Neto, onde Luccas teve que “caçar” diversas profissões enviadas pelos internautas, além de palavras específicas relacionadas à meningite.

Entre uma brincadeira e outra, o influenciador alerta o público sobre a importância da conscientização e combate da doença. “O objetivo dessa campanha com o Luccas Neto é mostrar às crianças e jovens que, com a prevenção da doença através da vacinação, é possível ter um crescimento saudável, possibilitando à criança e ao jovem ser o que ele quiser quando crescer”, declara Dr. Celso Freitas, Gerente Médico de Vacinas da GSK Brasil.

“De uma forma divertida e leve, o Luccas leva para o seu público um tema importante de utilidade pública e informações ligadas à saúde”, complementa Dr. Celso Freitas.

O vídeo vai ao ar no YouTube (www.youtube.com/luccasneto).

 

Sobre a meningite

A Doença Meningocócica Invasiva (DMI) é causada pela bactéria Neisseria meningitidis, que possui 12 sorogrupos diferentes. Segundo dados do Ministério da Saúde, em 2017 foram notificados 1.052 casos de doença meningocócica no País, e as regiões Sudeste (563 casos) e Sul (215 casos) apresentaram os maiores números de notificações.

A doença meningocócica preocupa, pois pode levar a óbito, em média, uma pessoa a cada oito minutos no mundo. Estima-se a ocorrência de pelo menos 500 mil casos de doença meningocócica por ano no mundo, com cerca de 50 mil óbitos.

Geralmente ela se manifesta como meningite, que é uma infecção das membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal. Uma outra forma mais grave da doença é uma infecção do sangue, chamada de meningococcemia. Ambas podem ocorrer concomitantemente. 

“Os meningococos, bactérias que causam a doença meningocócica, podem ser transmitidos para outras pessoas por meio do contato direto com gotículas respiratórias através de tosse, espirro, beijo, beber no mesmo copo ou comer com talheres de outra pessoa. A doença pode ocorrer em pessoas de qualquer faixa etária, porém, é mais comum em crianças de até cinco anos e mais rara em idosos. Por isso, é muito importante proteger as crianças nos primeiros anos de vida.”, afirma Dr. Celso Freitas.

 

Prevenção

A vacinação é considerada a forma mais eficaz na prevenção da doença. A vacina para os sorogrupos A, C, W e Y pode ser utilizada a partir dos 2 meses de idade e, também, para adolescentes e adultos. Já a vacina para a proteção contra a doença meningocócica causada pelo meningococo B é indicada para indivíduos dos dois meses aos 50 anos de idade. Nos postos de saúde, a vacina contra o meningococo C é gratuita, para crianças menores de 5 anos de idade e adolescentes de 11 a 14 anos.

“No Brasil, a meningite é considerada uma doença endêmica, deste modo, casos da doença são esperados ao longo de todo o ano, com a ocorrência de surtos e epidemias ocasionais, e com a vacinação a doença pode ser controlada.”, explica Dr. Celso Freitas.

Outras formas de prevenção são evitar aglomerações, e manter os ambientes ventilados e limpos.

 

Sintomas e diagnóstico

Os sinais e sintomas iniciais da doença meningocócica — incluindo febre, irritabilidade, dor de cabeça, perda de apetite, náusea e vômito — podem ser confundidas com outras doenças infecciosas. Na sequência, o paciente pode apresentar manchas arroxeadas na pele, rigidez na nuca e sensibilidade à luz. Após 15 horas, o quadro geralmente evolui para confusão mental, convulsão, sepse e choque, falência múltipla de órgãos e risco de morte. Essa rápida evolução e início abrupto podem levar ao óbito em menos de 24 a 48 horas. Por isso, é tão importante a necessidade de prevenção da doença.

Fonte: Fazer Aqui

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