Notícias do setor farmacêutico

Anvisa aprova o medicamento Glyxambi para o tratamento do diabetes tipo 2

2.088

O diabetes tipo 2 também pode estar relacionado a quantidade insuficiente de insulina produzida pelo organismo.

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) acaba de aprovar o Glyxambi, primeiro medicamento de uso oral para tratamento do diabetes tipo 2 unindo as classes de inibidores de DPP-4 e de SGLT-2, a linagliptina associada à empagliflozina reunindo dos mecanismos distintos de ação em uma única pílula. O Glyxambi melhora o controle glicêmico em pacientes com diabetes tipo 2, aliado a uma alimentação equilibrada e prática regular de exercícios físicos.

Enquanto a empagliflozina faz parte da classe dos inibidores de SGLT-2, uma proteína transportadora que atua na reabsorção de glicose filtrada pelo rim, a linagliptina inibe a enzima dipeptidil peptidase-4 (DPP-4), responsável por aumentar a disponibilidade de hormônios que estimulam o pâncreas a produzir mais insulina, otimizando o controle da glicose no sangue.

“Glyxambi não só se diferencia por associar inibidores de proteínas DPP-4 e SGLT-2, mas também se destaca por trazer praticidade e comodidade ao dia-a-dia do paciente que passa a ingerir um único comprimido diariamente” destaca Dra. Thais Melo, diretora médica da Boehringer Ingelheim. Há versões do medicamento com 10mg a 25mg de empagliflozina, sempre associadas a 5mg de linagliptina.

 

Sobre Glyxambi:

Glyxambi (linagliptina + empagliflozina) é indicado para o tratamento do diabetes tipo 2, e é composto de linagliptina, princípio ativo do medicamento Trayenta (aprovado no Brasil desde 2011), adicionado a empagliflozina, princípio ativo do medicamento Jardiance (aprovado no Brasil desde 2015).

 

Sobre o diabetes tipo 2:

Diferentemente do diabetes tipo 1, um defeito imunológico, o diabetes tipo 2 acontece principalmente em razão da resistência aos efeitos da insulina, e a forma com que o organismo metaboliza a glicose, principal fonte de energia do corpo, acaba sendo alterada.

O diabetes tipo 2 também pode estar relacionado a quantidade insuficiente de insulina produzida pelo organismo. Trata-se de uma epidemia, que acomete 425 milhões de pessoas no mundo, sendo 14 milhões somente no Brasil. Além de 50% dos diabéticos não saberem que sofrem com a condição, segundo o Atlas 2017 do IDF (International Diabetes Foundation), os pacientes não só negligenciam o diabetes, como não reconhecem suas consequências, que podem ser fatais.

 

Aliança Boehringer Ingelheim e Eli Lilly

Comprometidos com a saúde e a qualidade de vida dos pacientes com diabetes e suas necessidades durante todas as fases do tratamento, as companhias Boehringer Ingelheim e Eli Lilly decidiram, em 2011, unir forças e estabelecer uma parceria no segmento. Essa aliança alavanca os pontos fortes de duas das maiores empresas farmacêuticas do mundo.

A Boehringer Ingelheim com seu compromisso com investimento em pesquisa e desenvolvimento de novos medicamentos de alto valor terapêutico para a medicina, aliada ao pioneirismo da Eli Lilly – com a primeira insulina comercializada em 1923. Ao juntar forças, as companhias demonstram ainda mais compromisso com os pacientes com diabetes. Para mais informações, acesse www.boehringer-ingelheim.com.br ou www.lilly.com.br

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico

Você pode gostar também

Deixe seu comentário

Seu endereço de email não será publicado.

Esse site utiliza cookies para aprimorar sua experiência de navegação. Mas você pode optar por recusar o acesso. Aceitar Consulte mais informação

Perdeu sua senha? Digite seu nome de usuário ou endereço de email. Você receberá um link para criar uma nova senha por e-mail.
document.querySelectorAll('.youtube a').forEach(e=>{e.href = "https://youtube.com/user/partnersupport" })