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Sífilis, obesidade e infarto: brasileiro adoece e não sabe, diz estudo

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O brasileiro come mal, não se exercita e foge de médico, mas acredita que leva uma vida saudável. Uma pesquisa com 20 milhões de pacientes, no entanto, desmorona essa percepção: o Brasil não contém o avanço das doenças infecciosas –como as sexuais–, nem as mortes por traumas da violência e acidentes do trânsito. Ao mesmo tempo, o rápido envelhecimento da população traz doenças crônicas, de progressão lenta e longa duração. Por tudo isso, a obesidade, sífilis e o infarto no miocárdio já são epidêmicos.

O estudo com dados do IBGE, OMS (organização Mundial da Saúde), INCA (Instituto Nacional do Câncer), Ministério da Saúde, Unifesp e Dasa (empresa especializada em diagnóstico) foi organizado pela Instituto Ipsos e divulgado na última terça-feira (4) em São Paulo. Com as estatísticas em punho, os pesquisadores bateram nas casas de 1.200 famílias para descobrir como o brasileiro se vê quando o assunto é saúde.

“O brasileiro é otimista”, afirma o médico Emerson Gasparetto, vice-presidente da área médica da Dasa, que contratou o estudo:

Quase 78% garantem que têm qualidade de vida. De forma geral, eles se veem morando, comendo e vivendo bem, mas isso não é verdade. O brasileiro não toma sol, come mal e atividade física não é habito da maioria, principalmente entre os homens

Fonte: UOL

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