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Controle da pressão arterial reduz os ricos de Alzheimer

No Brasil, 32% da população adulta é hipertensa. A doença pode desencadear problemas cardíacos mais sérios e outras enfermidades mentais (Foto: Pexels/ Reprodução)

O controle da pressão arterial tem se mostrado cada vez mais importante, não só para a circulação, mas no bem-estar e na prevenção de uma série de doenças. Dentre as causas principais da hipertensão estão genética, alimentação ruim e sedentarismo. Para envelhecer com saúde, um estudo descobriu que reduzir a pressão sanguínea pode prevenir o Alzheimer.

A pesquisa foi realizada por cientistas da Associação do Alzheimer, dos Estados Unidos. Mais de 9 mil adultos com mais de 50 anos foram convidados a participar de uma série de estratégias para reduzir a pressão arterial, como uso de medicamentos e mudanças na rotina. Ao atingir a meta, os resultados positivos apresentaram um risco 20% menor de desenvolver problemas de memória. As chances de serem acometidos por demência também caiu 15%. Já os transtornos cognitivos se tornaram 19% mais prevenidos.

A hipertensão é caracterizada quando o valor de medição fica acima da faixa de 14 por 9. A Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) indica que quando os números variam entre 12 por 8 e 14 por 9, tem-se pré-hipertensão. Medidas maiores conferem grandes riscos de problemas cardíacos, como o AVC.

Segundo os dados da SBC e da Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH), 32% da população adulta do país é hipertensa, o que equivale a 36 milhões de pessoas, dentre as quais apenas metade têm conhecimento do caso e o trata.

Os caminhos para o controle devem ser indicados por um médico. Enquanto alguns necessitam da introdução de remédios, outros podem melhorar quadro apenas com mudanças no estilo de vida, alterando a dieta e iniciando práticas de exercícios. O ideal é que a pessoa consiga manter os níveis reduzidos a longo prazo, sem depender de medicamentos.

De volta à pesquisa sobre Alzheimer, o principal investigador, Jeff Williamsom, da Escola de Medicina Wake Forest, na Carolina do Norte, acha que manter a pressão sob controle é a saída para reduzir uma série de doenças mentais. “Nós descobrimos que diminuir a pressão sanguínea não ajuda apenas o coração dramaticamente, mas o cérebro também”, disse ao Daily Mail.

Fonte: Revista Casa e Jardim

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