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Pacientes não encontrarmremédios de uso contínuo nos postos de Campinas

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Pacientes reclamam de falta de medicamentos em Campinas

Pacientes da rede municipal de saúde de Campinas (SP) encontram dificuldades para conseguir remédios de uso contínuo, como os prescritos para o controle do diabetes e da hipertensão, por exemplo.

Do total da lista de 164 medicamentos fornecidos pela municipalidade, 48 estão em falta. Outros 13 são encontrados em alguns postos apenas, segundo a Prefeitura.

Um dos produtos em falta é o Glicazida, usado por diabéticos, além do Carvedilol, que trata de problemas cardíacos.

A paciente Ana Saviani precisa de quatro comprimidos diários de Carvedilol. Segundo a filha dela, há semanas elas não conseguem na rede municipal.

“Eu tenho que comprar. Não posso deixar ela sem, tenho que ajustar o meu orçamento”, disse a filha dela, Anitta Campos.

Juntando os medicamentos em falta e outros não fornecidos pela rede municipal, ela tem desembolsado entre R$ 150 e R$ 200 ao mês.

A paciente Dolores Migotto precisa tanto do Glicazida como o Carvedilol. Entre idas e vindas na farmácia do posto perto da casa dela, já são três meses sem receber os remédios.

“Eu vou lá e nunca tem”, disse Dolores.

O marido conseguiu há alguns meses comprar nas farmácias particulares porque estava trabalhando. Agora, a família precisa dos remédios distribuídos pela rede pública. Juntos, eles custam R$ 100.

Problemas nos postos

Na porta do posto de saúde da Vila Ipê, a EPTV, afiliada da TV Globo, encontrou, nesta quarta-feira (13), o Antônio Reis com a receita para medicamentos para o tratamento do diabetes e hipertensão.

A insulina ele conseguiu, mas faltaram os remédios para a hipertensão. No Jardim Santa Odila, o posto de saúde estava com a farmácia interditada.

O que diz a Secretaria de Saúde

Segundo a Secretaria de Saúde, o estoque do Carvedilol deve ser regularizado em 15 dias.

Em relação ao Glicazida, o medicamento deve chegar em breve, mas uma data não foi fornecida.

Sobre os medicamentos, que tem estoque em alguns locais e outros não, a situação deve ser normalizada em março.

A pasta ainda disse que a falta é fruto de problemas com fornecedores, com importação e com falta de matéria-prima.

Sobre o posto do Santa Odila, a informação é que a farmácia está fechada por causa de uma obra, porém, ela deve ser reaberta.

Quem precisar de medicamentos até a reabertura deve procurar as unidades dos bairros :São Vicente, Vila Ipê, Orozimbo Maia e Paranapanema.

Fonte: G1

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