Exames laboratoriais do Hilab devem chegar a 2.400 farmácias

Graças à crescente demanda por testes laboratoriais no Brasil, o Hilab vem conquistando rapidamente a atenção do varejo nacional. “Mais de 200 farmácias, incluindo cinco grandes redes associadas à Abrafarma, já implementaram o serviço que garante a entrega do resultado dos exames em apenas 15 minutos. E, até o fim do ano, a expectativa é pela adesão de 2.400 farmácias” comenta o CEO Marcus Figueiredo.

Marcus Figueiredo

Se antes a farmácia era vista como um local de venda de medicamentos, hoje, graças ao atendimento farmacêutico centrado no paciente, a farmácia está sendo vista como um estabelecimento de saúde, o que vai ao encontro da Lei 13.021 de 8 de agosto de 2014. Gabriel Pinheiro, farmacêutico e proprietário da Drogaria Aparecida, com sede no Mato Grosso do Sul, comenta que o Hilab potencializou a atenção farmacêutica, possibilitando a realização de um atendimento clínico eficaz e de credibilidade na farmácia. “Em um primeiro momento, os clientes ficam surpresos com a tecnologia, mas eles voltam para fazer novos exames, principalmente por conta da agilidade do processo e, também, da orientação individual ao paciente prestada com o exame em mãos”, afirma.

A importância dos testes rápidos

Muitas vezes, receber um resultado rápido pode fazer a diferença no diagnóstico, destacou a farmacêutica Carolina Bernardes, da Drogaria São Bento. “Com o Hilab estamos dando a chance de o paciente realizar vários exames que ele não faria no laboratório, devido à demora”. Ela comenta que, na semana passada, um dos pacientes teve um resultado positivo para dengue. “Agora ele já foi ao hospital e será tratado. Não precisará esperar dias pelo resultado do exame de diagnóstico da doença”, destaca Carolina.

Segundo dados da Abrafarma, já são mais de 1,6 mil consultórios farmacêuticos no país, contando apenas o número das grandes redes. A possibilidade de aumentar o número de atendimentos farmacêuticos foi o que motivou a rede São Bento a contratar o Hilab. De acordo com Carolina, após a contratação do serviço, houve um aumento considerável no número de atendimentos. “Os clientes gostam principalmente da inovação do serviço, do laudo e da facilidade de fazer um exame na farmácia”, finaliza a farmacêutica.

O Hilab foi desenvolvido pela Hi Technologies, empresa que cria soluções para humanizar a área da saúde. O serviço conta com a inteligência artificial, IoT e profissionais de saúde para analisar o resultado e emitir um laudo em apenas 15 minutos. Nas farmácias, o farmacêutico realiza a coleta de sangue no dedo do paciente e oferece todas as orientações necessárias. Perfil lipídico, Beta-hCG (Gravidez), TSH, HIV, PSA, hemoglobina glicada e dengue são alguns dos exames disponíveis.

Gestores interessados em conhecer mais detalhes da plataforma e implementar os exames laboratoriais nas suas farmácias podem acessar a página https://hilab.com.br/seja-um-parceiro/.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico

5 Comentários
  1. Norleans diz

    Não tenho nem palavras!!! Muito gratificante ver A nova realidade da profissão, e que estou fazendo parte desse Marco histórico.

  2. Francisco Eduardo Monteiro Cousseau diz

    Farmaceutico atuando como bioquimico?

    1. Gil Matos diz

      O farmacêutico têm formação generalista, e pode sim atuar como bioquímico

  3. Bruno diz

    Sou de Bela Vista Mato Grosso do Sul, e estive na drogaria Aparecida. Exame espetacular. Resultado em minutos e confiável.

  4. vicente dantas oliveira diz

    Sou farmacêutico e declaro que me afastei das funções por motivo simples e talvez não. Quando atuei como Conselheiro no CRF-Pe , passei por momentos desgastante, frente a alguns colegas conselheiros, professores da UFPE, tendo em vista que meu principal ponto de vista fora defender o exercício da profissão farmacêutico na Farmácia, é ele quem levava a imagem da profissão a população e até a década de 1980 os profissionais farmacêuticos alugavam o nome, ou seja assinava um contrato de trabalho e só ia lá, no final do mês receber o salário e tem mais, com diferencial daquilo que os CRF”s e o sindicato determinava. Em resumo o farmacêutico para a comunidade, era aquele profissional que atendia no balcão da farmácia e muitas vezes esses balconistas falavam um português que desejava ser um profissional de nível universitário. Outro ponto crítico, era uma prática desses balconistas que fora denominada de EMPURRATERAPIA, e o que isso quer dizer? Eles mudavam a prescrição médica por produtos bonificados, os representantes de laboratórios lhe ofereciam percentuais na substituição do produto pelos bonificados. Tenho que parar meu comentário, porque ainda existe outros dados desgastante para a profissão farmacêutico, além do que aqui fora apresentados. Declaro que HOJE, já me sinto confortável dizer sou farmacêutico, pelas mudanças; principalmente quando vou a uma Farmácia, vejo do outro lado do balcão esses profissionais atendendo com uma bagagem de conhecimento técnico do produto vendido. DISPENSAR um medicamento não é só entregar ou vender, é algo que vejo até nas bulas, a recomendação: consulte o médico ou farmacêutico. Aí sim, hoje, até a industria, recomenda responsabilidade de quem tem, com a profissão e com o paciente. Para finalizar, sinto um pouco de orgulho daquilo que prontifiquei fender lá no CRF; quando ouvi um professor da faculdade dizer que não iria colocar um profissional para atender do outro lado do balcão da Farmácia. Por que ele falou assim? Acho que ele não se sentiria bem ser, professor universitário, com mestrado, doutorado, reconhecido como aquele que exercia sua profissão, uma pessoa sem qualificação para substituí-lo. O BOM é que isso aí esta mudando e mudando para melhor. A luta deve continuar, porque ainda existe muito para se conquistar.

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