Bolsas de NY recuam com perdas em farmacêuticas

As bolsas de Nova York fecharam em baixa nesta quarta-feira, 6, oscilando entre maiores e menores perdas durante o pregão. Os mercados reagiram a comentários do presidente da distrital de Nova York do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), John Williams, acentuando a queda, e à divulgação do Livro Bege, também do Fed, que reduziu levemente as perdas, embora não o suficiente para reverter o cenário de baixas. Investidores permanecem preocupados com o resultado das negociações comerciais em curso entre Estados Unidos e China.

O Dow Jones fechou em queda de 133,17 pontos (-0,52%), aos 25.673,46, enquanto o S&P 500 caiu 18,20 pontos (-0,65%) aos 2.771,45. O Nasdaq, por sua vez, terminou em baixa de 70,44 pontos (-0,93%), aos 7.505,92 pontos.

As companhias de energia e de cuidados com a saúde levaram os índices para baixo, com os papéis da Walgreens caindo 3,6%, a pior performance do dia na Dow Jones, os da Pfizer perdendo 2,4%, o segundo pior desempenho, e os da petroleira Exxon fechando em queda de 1,1% após ela afirmar que irá aumentar os investimentos em perfurações.

Os índices americanos bateram as mínimas do dia quando o petróleo apresentou recuo, pressionando as ações das companhias do setor energético. Os papéis das empresas de tecnologia também colaboraram com a baixa, figurando entre os piores desempenhos do pregão.

Pouco depois, após Williams ter afirmado que não é possível dizer ainda quando chegará ao fim a redução do balanço patrimonial da instituição e ressaltar os riscos globais à economia americana, as quedas se acentuaram ainda mais, mesmo que isso possa significar juros baixos por mais tempo.

Ainda sobre o Fed, a divulgação do Livro Bege de março, documento que serve como base para decisões de política monetária do banco central americano, reduziu levemente as perdas do dia, com os investidores reagindo à informação de que a atividade econômica se expandiu de ritmo leve a moderado, enquanto os preços continuaram a avançar também moderadamente, o que pode justificar que os dirigentes não tenham pressa para mudar a política monetária americana. (Com informações da Dow Jones Newswires)

Fonte: Terra

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