Com doenças contagiosas, 2 mil imigrantes presos no EUA vão para a quarentena

Washington, 11 mar (EFE).- Mais de 2 mil pessoas detidas em centros para imigrantes nos Estados Unidos foram colocadas em quarentena por apresentarem sintomas de doenças contagiosas.

As informações foram confirmadas nesta segunda-feira pela Agência de Imigração e Alfândega (ICE). O porta-voz do órgão, Bredan Raedy, disse à revista “Newsweek” que 2.287 detidos estão isolados para evitar que essas doenças sejam transmitidas para outras pessoas.

Grande parte dos imigrantes está com caxumba, mas Raedy não soube informar quantos estão infectados com a doença. Segundo a revista, eles já estavam doentes antes de serem presos pelo governo dos EUA.

O porta-voz explicou que os imigrantes detidos são transferidos a zonas de isolamento se foram expostos a alguém que apresentou sintomas, que está em observação ou teve a doença confirmada.

O protocolo exige que os imigrantes expostos, mesmo que não apresentem qualquer sintoma, devem ficar sob mobilidade restrita por até 25 dias a partir da exposição mais recente à doença.

Nos últimos 12 meses, o Corpo de Serviço de Saúde do ICE registrou casos de caxumba, catapora e gripe em 51 centros de detenção para imigrantes mantidos pelo governo americano.

Segundo o órgão, foram 236 casos de caxumba, 423 de gripe e 461 de catapora, números muito maiores do que os registrados entre janeiro de 2016 e fevereiro de 2018: nenhum de caxumba, 73 de catapora e 34 de gripe.

Segundo o Departamento de Saúde do Texas, 186 pacientes foram diagnosticados com caxumba em instalações federais para imigrantes desde outubro do ano passado. EFE

Fonte: BOL

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