Ebitda da Profarma cresce mais de 60% no 1º tri

Ebitda da Profarma cresce mais de 60% no primeiro trimestre

O Grupo Profarma registrou uma receita bruta consolidada de R$ 1,3 bilhão no primeiro trimestre de 2019, um crescimento de 12,6% na comparação com o mesmo período do ano passado. O incremento do Ebitda foi ainda mais expressivo – 60,6%, o equivalente a R$ 14,6 milhões. “O resultado comprova que, apesar de os primeiros meses do ano terem sido mais desafiadores do que o esperado, nossa trajetória de melhoria operacional em todas as divisões de negócio não foi afetada”, afirma o vice-presidente de Finanças e Relações com Investidores, Max Fischer.

Segundo o executivo, a companhia adotou uma série de iniciativas relevantes neste primeiro trimestre, que contribuirão para o desempenho dos próximos meses. “Iniciamos a implantação da filosofia de gestão Lean para redução e prevenção de desperdícios, começando pela área de logística. Também efetuamos a segmentação da área de supply entre distribuição e varejo, com foco na diminuição de rupturas e na otimização do capital de giro”, ressalta Fischer. A empresa também apostou na reestruturação da área comercial voltada ao varejo, ao dividir o departamento nas áreas de sell in e sell out.

Os crescimentos de receita e Ebitda ocorreram enquanto o ciclo de caixa consolidado e as despesas financeiras se mantiveram em linha com o mesmo período de 2018: 33 dias e R$ 17,3 milhões, respectivamente. O trimestre também foi marcado por redução no resultado líquido negativo ajustado em 35,7%, atingindo R$ 7,9 milhões. O grupo ainda antecipou as compras em fevereiro e março, a fim de garantir uma melhor oportunidade de venda no período do reajuste anual de preços de medicamentos.

 

Resultados por divisão

A divisão de distribuição registrou evolução de 21,3% na receita bruta, na comparação com o mesmo período de 2018, e uma alta de 63,6% no Ebitda, atingindo R$ 11,1 milhões. Já a d1000, unidade de varejo constituída pelas redes Drogasmil, Farmalife, Tamoio e Rosário, ampliou em 7,8% o faturamento médio por loja. O Ebitda da divisão foi 35% maior e atingiu R$ 3,2 milhões.

“Mesmo com todos os desafios, conseguimos manter nossa evolução operacional, como mostra o Ebitda acumulado de R$ 100,5 milhões dos últimos 12 meses, índice 90,2% ao do período anterior”, finaliza.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico

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1 comentário
  1. Geraldo Souza diz

    Realmente o proprietário de drogarias é um engorda o boi alheio. Enquanto cresce o EBITDA da gigante, junto com suas redes próprias, o farmacista vai empobrecendo, sendo engolido pelas grandes redes. Até quando ficarão sem tratar suas cataratas? Até ficarem cegos (falidos). E cadê as distribuidoras puras, que não se aproveitam destes números para angariarem para si os farmacista? É meu amigo GG ex gerente inclusive da Programa certa feita profetizou: as drogarias e farmácias individuais não existirão mais, serão engolidas pelas grandes redes.

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