Varejo paulistano registra inflação em março

Depois da queda em fevereiro, o Índice de Preços no Varejo (IPV) registrou alta de 0,16% em março, segundo apurou a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). No primeiro trimestre do ano, entretanto, o indicador ainda acumula variação negativa de 0,07% e nos últimos 12 meses a elevação é de 3,19%.

A elevação de 0,54% nos preços médios de Supermercados foi a principal contribuição positiva no IPV de março. Os destaques mais relevantes foram percebidos em: Tubérculos (8,04%), Frutas (6,36%), Ovos (5,70%), Pescados (3,05%) e Aves (2,26%). Praticamente todos os produtos que descreveram preços mais elevados sofreram com problemas climáticos, enquanto, por outro lado, outros produtos seguem em trajetória contrária, como é o caso de Carnes Bovinas (-5,21%), Adoçantes (-4,66%), Conservas (-1,12%) e Carnes Suínas (-0,34%). Por questões sazonais, os preços das carnes tende a se reduzir nesta época do ano por conta da quaresma.

A elevação de 0,54% nos preços médios de Supermercados foi a principal contribuição positiva no IPV de março. Os destaques mais relevantes foram percebidos em: Tubérculos (8,04%), Frutas (6,36%), Ovos (5,70%), Pescados (3,05%) e Aves (2,26%). Praticamente todos os produtos que descreveram preços mais elevados sofreram com problemas climáticos, enquanto, por outro lado, outros produtos seguem em trajetória contrária, como é o caso de Carnes Bovinas (-5,21%), Adoçantes (-4,66%), Conservas (-1,12%) e Carnes Suínas (-0,34%). Por questões sazonais, os preços das carnes tende a se reduzir nesta época do ano por conta da quaresma.

Vestuário, Tecidos e Calçados (0,11%), Padarias (0,30%), Móveis e Decorações (0,14%), Drogarias e Perfumarias (0,12%), Relojoarias (0,76%), Óticas (0,02%), Jornais e Revistas (0,13%), Material de Escritório (0,14%), Livraria (0,23%), Autopeças e Acessórios (0,36%) e Padarias (0,30%) também finalizaram março com preços médios mais elevados no contraponto com fevereiro.

Por outro lado, o segmento de Veículos se manteve com queda em seus preços médios (-0,61%), impactados pelo ligeiro desaquecimento das vendas no primeiro trimestre do ano e pelas inúmeras promoções com intuito de reduzir os estoques de modelos de anos anteriores. Automóveis Usados descreveram declínio de 0,69%, Automóveis Novos recuaram 0,60% e Motocicletas Novas registraram variação negativa de 0,19%.

O setor de Eletrodomésticos registrou queda de 2,01% em março, com acumulado de -0,38% no primeiro trimestre. A prorrogação do incentivo fiscal do IPI para os produtos da Linha Branca fez com que os preços desses produtos declinassem 4,03% somente em março. O único subgrupo a sinalizar preços médios mais pressionados em relação a fevereiro foi o de Utilidades Domésticas, cuja alta foi de 0,40%.

O grupo de Eletroeletrônicos encerrou março com variação negativa de 1,19% e atinge queda de 2,46% no acumulado de janeiro a março de 2012. Desde novembro de 2009 a atividade não registra variações positivas em seus preços médios. Todos os subgrupos que compõem o segmento acusaram recuo em suas variações em março: Informática (-0,88%), Telefonia (-1,15%) e Produtos de Imagem e Som (-1,34%). A valorização cambial acaba fazendo com que os produtos importados ingressem no varejo com preços menores e os produtos nacionais tendem a seguir a mesma tendência. Outros fatores que ajudam a entender a queda é a disseminação da tecnologia por meio de ganhos de escala – que faz com que o custo se reduza de forma significativa – e a concorrência desleal com o mercado informal.

Açougues completam três meses com queda em seus preços médios, registrando em março -1,24%. Em 2012 a atividade acumula -4,35%. Com exceção das Aves (que se elevou em 1,19%), em virtude dos custos de insumos mais pressionados, Carnes Suínas (-0,70%) e Carnes Bovinas (-1,72%) mantêm sua trajetória de queda. O aumento na oferta destas duas últimas proteínas animais se dá em virtude de uma queda na demanda por conta da quaresma, do arrefecimento das exportações e pelo aumento da oferta de fêmeas bovinas para o abate.

Outros setores que registraram declínio pouco significativo em março foram CDs (-0,08%) e Brinquedos (-0,01%), contribuindo pouco para a desaceleração do IPV.

Fonte: IP News

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