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Farmácias crescem, mas emprego no setor cai

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Apesar de mais unidades abertas, postos de trabalho no setor tiveram saldo negativo nos últimos doze meses em Americana O número de farmácias e drogarias cresceu 6% em Americana nos últimos doze meses. Oito novos estabelecimentos foram abertos entre junho de 2018 e julho de 2019, elevando o total para 144.

 

No mesmo período, porém, houve saldo negativo de empregos. Foram 95 demissões para 72 contratações. Os dados são do Sinprafarma, sindicato que representa os trabalhadores do segmento. Para o presidente da entidade, Valdir Ribeiro da Silva, o fechamento de postos de trabalho diante da expansão do setor é resultado da concorrência acirrada na área.

 

“Para terem o menor preço, as empresas começam a enxugar despesas e reduzir o custo. Com isso, a folha de pagamento acaba sendo afetada diretamente”, diz o sindicalista. O corte no número de empregos impôs uma prática que o consumidor mais atento já deve ter notado. Em alguns estabelecimentos não existe mais a função do caixa. Um balconista acaba exercendo também esse papel. Para o sindicalista, essa realidade, embora represente um aumento no salário do trabalhador, acaba sendo prejudicial aos membros da categoria. “O balconista que passa a fazer também a função de caixa tem um adicional de 10% no salário. O problema é que na ausência da gura exclusiva de caixa, você tem muitas pessoas mexendo com os recebimentos. A possibilidade de dar diferença também é grande e ela acaba sendo descontada do salário”, lamenta o presidente da entidade.

 

REDES

O presidente do Sincofarma (Sindicato das Farmácias), Natanael Aguiar Costa, explica que no último ano o setor passou a sentir a crise e teve que se adaptar à nova realidade, mas admite que isso não vem segurando a expansão. Embora o crescimento no número de farmácias seja visível em Americana, a realidade não é apenas local. Segundo Natanael, as grandes redes avançam pelo País. “Algumas redes se fundiram e ganharam ainda mais força”.

 

Ele cita as redes Raia, Drogaria São Paulo e Pague Menos como as que mais avançam em número de lojas. “Como são grandes, conseguem os melhores pontos e dao pouco espaço aos estacionamentos pequenos.”

 

Ele comenta ainda que a expansão das grandes marcas tambem é uma estratégia para marcar território e evitar que redes com origem nos Estados Unidos entre no país.

Fonte: Jornal O Liberal

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