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Número de farmácias com salas de serviços aumentou 51% no Rio Grande do Sul

As salas clínicas já são uma realidade em todos os estados da Federação. Ao todo, são 2.707 unidades farmacêuticas atuando com salas de consultas espalhadas pelo País. Os serviços, disponíveis em 22 das maiores redes do varejo farmacêutico nacional, são regulamentados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pela Lei n° 13.021/2014, que define as farmácias como unidades de prestação de serviços destinadas a prestar assistência farmacêutica, assistência à saúde e orientação sanitária individual e coletiva.

 

No Rio Grande do Sul, o número de estabelecimentos com salas de serviços farmacêuticos (care centers) aumentou 51% no último ano, saltando de 37 para 56 em mais de 20 municípios gaúchos. Três grandes redes mantêm esses espaços no Estado: Farmácias Pague Menos, Farmácias São João e Panvel. Nos locais, os usuários podem agendar atendimento para fazer revisão de medicamentos, ter acompanhamento do tratamento prescrito pelo médico, checar o nível do diabetes e hipertensão, aferir a pressão, controlar a asma e ser imunizado ou receber informações de como regular o nível de colesterol no sangue.

 

A Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) informou, por meio de nota, que, desde 2017, vem promovendo a disseminação do programa de assistência farmacêutica de forma gratuita nas farmácias brasileiras. “O objetivo dessas ações, que registraram 200 mil atendimentos no ano passado, é orientar os brasileiros sobre temas como diabetes, obesidade, imunização e uso racional de medicamentos”.

 

Nesse mesmo sentido, tramita na Câmara Municipal de Porto Alegre um projeto de autoria do Executivo (PLE 002/2019) que dispõe sobre a autorização para prestação de serviços farmacêuticos por farmácias de qualquer natureza, ampliando os serviços já previstos na Lei nº 13.021/2014.

 

O presidente da Comissão de Saúde e Meio Ambiente (Cosmam) da Câmara Municipal de Porto Alegre, vereador André Carús (MDB), destaca que, a partir desse projeto, será possível que estabelecimentos privados possam comercializar e aplicar vacinas ou prestar outros serviços de saúde, que vão ao encontro das políticas públicas atuais. “O projeto tem como principal objetivo ampliar os serviços nas farmácias, trazendo como reflexo a redução da lotação das emergências e pronto-atendimentos da cidade que, constantemente, encontram-se sobrecarregadas.”

Fonte: Jornal do Comércio

Veja também: https://panoramafarmaceutico.com.br/2019/07/31/os-desafios-da-implantacao-dos-testes-laboratoriais-em-farmacias/

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