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Medicamento genérico é preferência entre consumidores

A venda de medicamento genérico tem conquistado a preferência de consumidores no país e na região a situação não é diferente. A principal justificativa é o preço, o que leva 45% dos consumidores priorizarem estes produtos que são feitos com o mesmo princípio ativo de medicamentos ‘famosos’. Os dados da pesquisa Análise do Perfil de Compra dos Shoppers em Farmácias, realizada pelo Instituto Febrafar de Pesquisa e Educação Continuada (Ifepec), em parceria com a Unicamp e com o Instituto Axxus, mostram que o número de brasileiros que consideram essa opção na hora da compra é bastante expressivo. “Os genéricos já venceram uma desconfiança inicial e natural que enfrentaram no mercado e hoje já fazem parte das opções de escolhas dos consumidores, eles possuem um grande potencial competitivo por causa da economia que ele proporciona, sendo que os preços são fundamentais na escolha”, analisa Edison Tamascia, presidente da Febrafar, que encomendou a pesquisa que abordou quatro mil consumidores de todo o Brasil.

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Ele se refere ao fato de que a pesquisa também aponta a prioridade que o consumidor está dando ao preço em relação à marca na hora de adquirir medicamentos. Segundo a pesquisa, 33% dos consumidores, acabaram comprando produtos diferentes do objetivo inicial e metade desses clientes buscavam economia (50%). Em Resende, a dona de casa Fátima de Souza, não descarta os genéricos. “São bons sim, o pessoal fala mal porque é barato. Tem que ter recomendação médica, o meu cardiologista só prescreve genérico e nunca tive problemas. Tomo remédio controlado também para o colesterol e varizes: tudo genérico. Uma economia de quase R$ 200 ao mês”, comenta.

MESMA COISA?

O farmacêutico Roberto Domingues, de Porto Real, explica que os genéricos tem obtido vantagem pelo preço. “A fórmula do genérico é a mesma do remédio original, com o mesmo princípio ativo, concentração e ação no organismo. A diferença é que não pode ter marca. Por isso, na embalagem vem apenas o nome do princípio ativo que está na fórmula. Um exemplo já bem conhecido do consumidor é o Paracetamol. Há remédios de marca que contém esse principio ativo, mas custam mais caro”, comenta.

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Desta forma, o gerente de uma rede de farmácias na região confirma a opção popular. “Nós orientamos os clientes sobre como funciona cada produto. A maioria já traz na receita médica o nome e a dosagem indicada pelo seu médico, o que também facilita. Um genérico pode ter margem de quase 80% menor no preço se comparada com um medicamento de marca, sendo que ambos tem o mesmo princípio ativo e provocam a cura se utilizados corretamente”, frisa Francisco Mendonça.

Fonte: A voz da cidade

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