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Simulação 3D auxilia testes nas indústrias

Simulação 3D auxilia testes nas indústrias

Há alguns anos foram lançadas as chamadas fábricas virtuais. Esse modelo evita que a fábrica seja colocada em risco. Ou seja, qualquer simulação de operação não exige uma mudança na estrutura física. É possível ainda testar novas configurações de consumo para encontrar as formas que mais se adaptam ao ritmo da empresa.

Recentemente, a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) lançou seu edital para uma premiação de dez projetos das chamadas “Fábricas Virtuais”. Caetano Glavam, gerente de projeto da ABDI, explica que o objetivo é propagar a inovação nesses projetos de simulação. “A ABDI lançou um edital para premiar 10 projetos de simulações 3D, essa ação visa premiar os projetos para promover essa inovação e divulgá-la.” Para Michael Machado, diretor da FlexSim, mesmo com a tecnologia disponível há anos, ainda é necessário que haja mais soluções que permitam mais facilidade no acesso da tecnologia. “Essa tecnologia já existe, muitas empresas já estão dando o primeiro passo para isso, mas ainda são poucas as soluções que permitem essa implementação da inovação.”

Ari Costa, professor pesquisador do Instituto Mauá de Tecnologia, entende que é necessário criar uma cultura de inovação que venha desde a formação dos profissionais. “Essa cultura deve vir desde a universidade, pois a falta disso acaba fazendo que o profissional se forme sem ter conhecimento sobre simulação”, afirma Ari. Bruno Jorge, Coordenador de Indústria 4.0 da ABDI, aponta que o processo de implementação da Indústria 4.0 é mais que tecnologia e exige uma abertura na estrutura da empresa para ser implementada. “Nós olhamos o 4.0 só como processo tecnológico, mas a grande mudança vem da estrutura da empresa. É isso que define se ela dá abertura para soluções além das já estabelecidas”. Isso serve também para pequenas e médias empresas.

O coordenador ressalta que esse aprendizado e aderência às novas tecnologias não deve ser cobrado apenas dos engenheiros que estão em processo de formação, ou que se formaram recentemente. “As pessoas pensam que quem deve aprender isso é só quem está se formando agora em engenharia, mas é para todos”, comenta..

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico

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