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O papel dos dados na tomada de decisão

Em um momento histórico, em que a informação flui com tanta velocidade quanto o oxigênio, é de se imaginar que os dados sejam utilizados para praticamente tudo. Isso, porém, não é verdade. De acordo com a Data and Analytics Survey, desenvolvida pela PwC, apenas 39% das empresas são altamente guiadas pelos dados. Estas, é claro, têm grande vantagem competitiva: tendem a tomar decisões com mais assertividade.

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Dentro desse contexto, é inegável que os dados são o que há de mais essencial em uma empresa que quer conhecer cada vez mais a respeito de si, dos clientes, do mercado e – por que não? – dos concorrentes. O grande diferencial da atualidade é a possibilidade de olhar dado por dado, com delicadeza e cuidado, sem arriscar perder importantes descobertas. Além disso, é preciso saber analisá-los e identificar oportunidades a partir deles.

Considerando a realidade de organizações que contam com grandes números de colaboradores e de clientes, a necessidade de se basear em dados se torna ainda mais latente. Por mais complicada que pareça essa estratégia, existem empresas que provam que é possível. A AeC, por exemplo, se viu diante da necessidade de perceber “quem era quem” e aperfeiçoar o tratamento de cada indivíduo. Por isso, teve uma grande ideia: criar uma plataforma que fizesse esse trabalho com eficiência e competência. Foi assim que nasceu a Robbyson. Hoje, uma empresa independente e já identificada como uma “plataforma inteligente de data management”, ela provoca o mercado a olhar para os dados de uma maneira totalmente nova.

Origens

“Empresas com mão de obra intensiva acabam não conseguindo ver, individualmente, cada pessoa”, afirma Laila Costa, Business Strategy da Robbyson. “Além disso, existia uma demanda latente por maior engajamento e mais agilidade na gestão de grandes operações, por isso, reunimos as melhores mentes da tecnologia, da área de Recursos Humanos, de Pesquisa e Desenvolvimento e de Negócios para que pudessem desenvolver uma plataforma completa.”

Durante a elaboração da primeira versão da Robbyson, a empresa notou que era possível ir além. “Nós nos demos conta do grande número de dados que conseguiríamos coletar e percebemos que era preciso entender, minerar e analisar esses dados do ponto de vista do aprimoramento profissional dos colaboradores e das análises preditivas que a ferramenta era capaz de fazer, impactando assim, de forma perene, o dia a dia do gestor”, conta a executiva.

Identificar a importância dos dados nesse processo foi o grande ponto de virada do negócio. Foi aí que a Robbyson passou a ser uma plataforma de gestão de pessoas com base em dados – e essa descoberta não poderia ficar restrita à AeC porque era válida para qualquer modelo de negócio. A evolução foi consistente: a plataforma é, atualmente, uma empresa independente, com equipes de desenvolvimento, implantação, consultoria e comercial completa. Em sua sede, há 30 profissionais dedicados exclusivamente a ela e aos seus negócios.

Transformando pela experiência

Agora, a Robbyson já consegue fornecer ao gestor uma série de informações em tempo real – o que seria impossível em uma gestão tradicional – e tem clientes dos mais diversos setores do mercado. Ao mesmo tempo, desenvolve sistematicamente algoritmos que poderão transformar radicalmente a relação de gestores com o futuro e as métricas. “A plataforma faz intervenções on-line aos usuários com dicas sobre comportamento, argumentações, reconhecimentos ou incentivos, por exemplo – e, no futuro, as predições serão ainda mais aperfeiçoadas”, revela Laila.

Veja também: https://panoramafarmaceutico.com.br/2019/08/12/cinco-farmacias-de-franca-estao-na-mira-de-operacao-para-apurar-fraude-no-icms/

Um modelo replicável

Há três pilares que sustentam o modelo de negócio da Robbyson: transparência, meritocracia e autogestão. Essa é a base que posiciona a plataforma entre as mais modernas ferramentas de gestão de pessoas e este é o futuro da empresa que, como afirma Laila, será uma grande metodologia de gestão aplicável em consumidores finais do varejo e em grandes equipes das mais variadas organizações. “A Robbyson é um superproduto. É, também, um avatar lindo, simpático e uma plataforma muito eficiente”, diz a executiva. “Só não usa quem não mede”.

Agora, o objetivo é, naturalmente, entrar nos diversos setores do mercado e transformar tudo o que se conhece em termos de gestão de pessoas. A Robbyson pode mostrar que é possível, em qualquer tipo de operação, ter colaboradores engajados, responsáveis e satisfeitos com as atividades que exercem. Do ponto de vista do negócio, traz a possibilidade de orientar a empresa com base em dados e KPIs, de forma divertida e recompensadora.

Fonte: Consumidor Moderno

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