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Negócio da China, AliExpress agora em Curitiba

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Uma das principais marcas da gigante chinesa Alibaba, a loja AliExpress chama a atenção de muitos brasileiros por oferecer produtos do país asiático a preços acessíveis – mas também deixa muitas dúvidas quanto à qualidade e ao frete. Para reduzir essa desconfiança do consumidor, a startup curitibana Ebanx fechou uma parceria com a AliExpress e criou uma loja física demonstrando as mercadorias disponíveis no site. Temporária, a loja foi aberta no início deste mês no shopping Mueller, em Curitiba, e já atraiu mais de 10 mil pessoas.

“Nossa ideia é conseguir apresentar fisicamente os produtos aos clientes”, diz André Boaventura, sócio e diretor de marketing do Ebanx – a startup é a plataforma da pagamentos da AliExpress desde 2013. A iniciativa visa a reduzir não só o receio do comércio online, mas também de produtos que vêm da China, por muito tempo vistos como de qualidade duvidosa entre os consumidores brasileiros.

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Prevista para funcionar até 5 de outubro na cidade, a loja tem um paredão de 32 metros de comprimento – a maior parte dela é ocupada por um telão de 12,5 m, que faz o papel de vitrine principal. O espaço tem ainda oito telas interativas, sensíveis ao toque, nas quais as pessoas podem conhecer os produtos, com direito a detalhes como especificações técnicas e fotos de diferentes ângulos. Alguns itens também são exibidos, podendo ser testados e tocados pelas mãos dos consumidores.

Tecnologia

O foco da loja está em produtos de tecnologia, como celulares, drones, caixas de som e fones de ouvido – entre as marcas presentes estão a gigante chinesa Xiaomi, bem como nomes menos conhecidos, como a Zhiyun Umidigi. Toda a curadoria dos produtos exibidos é da AliExpress.

Não está claro, porém, se os produtos exibidos são homologados pela Anatel. Questionada sobre o assunto, a Ebanx diz que não pode confirmar se os dispositivos passaram pela certificação e afirma a responsabilidade é dos fabricantes.
Uma das categorias mais populares da plataforma, as roupas, não fazem parte do projeto. Isso pode mudar em futuras iniciativas da Ebanx, que já pensa em novas ações com a AliExpress, diz Boaventura. Por se tratar de um espaço de experiência, porém, a loja não vende produtos diretamente ao consumidor.

No entanto, quem sentir o ímpeto de comprar algo pode fazer a encomenda diretamente na loja, com ajuda de códigos QR – eles podem ser escaneados por um smartphone e levam o cliente para a página da mercadoria no AliExpress.

Ali, o consumidor pode finalizar a operação e pagar por ela, como se estivesse comprando de casa – os pagamentos são intermediados pela Ebanx. “Com raríssimas exceções, as entregas não demoram mais do que um mês. Em alguns casos, a encomenda chega em até 12 dias”, afirma Boaventura.

Os compradores também podem tirar dúvidas básicas sobre possíveis taxas dos Correios, outro grande entrave de quem compra produtos pelo AliExpress.

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Fonte: IstoÉ Dinheiro

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