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Moradores reclamam de falta de vacina para bebês na Baixada Santista

bebês
Vacinas foram distribuídas entre policlínicas da cidade (Foto: Divulgação/ Prefeitura de Santos)

Pais e mães seguem preocupados a respeito da vacinação de seus bebês na Baixada Santista. Santos foi um dos municípios que recebeu doses da vacina pentavalente, mas o estoque é considerado insuficiente. O Governo do Estado de São Paulo alega que aguarda as dosagens do Ministério da Saúde para atender a demanda. A previsão é de que estoques se normalizem em novembro.

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Santos recebeu, na tarde da última terça-feira (8), 900 doses da vacina pentavalente (contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e doenças causadas por Haemophilus influenza tipo B). Na manhã desta quarta-feira (9), mães de outros municípios chegararam a procurar as policlínicas da cidade para conseguir imunizar as crianças.

A fisioterapeuta Elaine da Silva Gomes explica que procurou uma unidade para vacinar a filha após ter enfrentado problemas para encontrar a dose. “Ficamos preocupados dela pegar alguma coisa já que não tem a vacina”, desabafa.

A chefe de vigilância em Saúde de Santos, Ana Paula Valeiras, explica que o número de vacinas recebidas é insuficiente. “A situação ainda nos preocupa. Há um desabastecimento não só na região, mas nacional. Ainda não recebemos a vacina DTP. Recebemos apenas 40 doses da vacina BCG contra tuberculose, quando deveríamos receber 150 por mês”, esclarece.

Antes das 900 doses recebidas, a última remessa de vacinas chegou a Santos em 24 de julho, com apenas 400 doses. A média mensal para atender a demanda é de 1.200 por mês.

Veja também: https://panoramafarmaceutico.com.br/2019/09/27/especialistas-apontam-retrocesso-em-cobertura-de-vacinas-no-brasil/

Problema nacional

De acordo com o Ministério da Saúde, a previsão é de que o abastecimento da vacina se normalize a partir do mês de novembro. Segundo a pasta, o problema ocorreu por causa de um estoque de pentavalente adquirido por intermédio da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) ser reprovado em testes de qualidade feitos pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS) e pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Fonte: A Tribuna

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