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Novos remédios mais baratos para tratar 10 doenças

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A entrada dos medicamentos genéricos no País, em 1999, permitiu que a população tivesse acesso a remédios mais baratos. Para quem enfrenta uma enfermidade, a chegada de novos remédios pode significar mais esperança para o tratamento.

 

Somente este ano, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou novos fármacos genéricos para tratar 10 tipos de doenças.

 

A liberação dos registros são destinados ao tratamento de doenças como arritmia cardíaca, depressão, reumatismo e Alzheimer.

 

Entre os medicamentos aprovados há alguns inéditos, como o valerato de estradiol, indicado no tratamento de sintomas da menopausa. “Esse remédio é um estrogênio natural. Pode ser usado no tratamento da menopausa, para a reposição de hormônio, e também é indicado para quem tem contraindicação aos anticoncepcionais tradicionais”, afirmou a ginecologista Lorena Baldotto.

 

Na lista dos novos medicamentos também está o cloridrato de memantina, indicado para o tratamento de pacientes com doença de Alzheimer moderada a grave.

 

Segundo a Sanofi Farmacêutica, a substância atua nos receptores que estão envolvidos na transmissão de sinais nervosos nas áreas do cérebro relacionadas com a aprendizagem e memória, melhorando assim a resposta do cérebro.

 

Com novo registro, o medicamento genérico cloridrato de tirofibana monoidratado, em combinação com heparina, é indicado para pacientes com infarto do miocárdio.

 

O cardiologista Schariff Moysés explicou que o remédio evita a formação de coágulos que podem causar ataque cardíaco. “Usado em conjunto com a heparina, ele interrompe ou previne um ataque cardíaco”.

 

Entre as novidades, a farmacêutica Aché está fabricando uma nova droga, derivada da biodiversidade brasileira, voltada ao tratamento do vitiligo – doença caracterizada pela perda da coloração da pele.

 

A terapia experimental, que contém um extrato vegetal, acaba de receber o aval na Europa para início dos estudos clínicos com humanos e pode chegar ao mercado em 2026.

 

Apesar de a doença ser autoimune (quando o sistema imunológico do corpo ataca células saudáveis) e considerada sem cura, o diretor de Inovação e Novos Negócios do laboratório, Stephani Saverio, afirma que “os indícios da pesquisa mostram que há possibilidade real de cura”.

Fonte: Jornal Tribuna

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