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Amazon aposta em recorrência para alavancar vendas no fim de ano brasileiro

Em crescente expansão no Brasil, a Amazon aposta na personalização e diversificação dos seus serviços para atrair público mais robusto neste final de ano. A gigante americana, que atua desde 2012 no país, adotou uma estratégia agressiva para 2019, anunciando o início das operações de vendas diretas no seu e-commerce – elevando o número de categorias de produtos ofertados e parcerias com outros varejistas através do marketplace -, e a criação de um centro de distribuição em Cajamar, na região metropolitana de São Paulo.

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As investidas seguem acompanhadas dos lançamentos do Amazon Prime (serviço que inclui no pacote frete grátis para todas as categorias de produtos vendidos e entregues pela Amazon e as assinaturas do Prime Video, Prime Music, Prime Reading e Twitch Prime) e da versão em português da Alexa, assistente virtual desenvolvida pela companhia que permite a realização de atividades a partir de comando de voz, das caixas de som inteligente da linha Echo (Echo Dot, Echo Show 4 e Amazon Echo) integrados com a assistente para otimizar outros dispositivos da casa e da oferta de produtos natalinos em seu site.

Nesta semana, a empresa realizou visitas ao seu escritório em São Paulo para mostrar a jornalistas e influenciadores a diversidade de produtos encontrados em seu marketplace – de eletrônicos a itens de dia-a-dia, incluindo alimentos. Neste ano, pela primeira vez, haverá uma loja online específica para itens de Natal, por exemplo, além de uma área para compra de itens de casa conectada compatíveis com a Alexa.

Para Alexandre van Beeck, sócio-diretor da consultoria de varejo GS&Consult, a aproximação da Black Friday e das festas de final de ano levaram a Amazon a atuar para se tornar relevante no país em um contexto de maturidade do consumidor e de outros players do mercado.

Segundo o consultor, as ações desenvolvidas pela companhia no Brasil para conhecer o hábito dos clientes e estruturar melhor as suas ofertas no mercado converge com um momento em que concorrentes, como a Magazine Luiza (MGLU3), se estruturam para garantir uma melhor integração de digital com lojas físicas e criação de novos serviços.

“Ao mesmo tempo em que a Amazon, de forma estratégica, lança o Prime com um tempo de antecedência necessária para o consumidor se acostumar com o serviço e utiliza a Alexa para conhecer os hábitos dos brasileiros, seja em entretenimento ou pedidos feitos por meio dos canais deles, outros players se estruturam dentro do mercado, o que irá tornar o período bastante disputado no varejo”, diz.

Veja também: https://panoramafarmaceutico.com.br/2019/11/04/walgreens-fechara-150-salas-clinicas-nas-lojas/

Novos passos

A mudança do perfil do consumidor é outro ponto observado por van Beeck na atuação das empresas do segmento, que estão cada vez mais trabalhando para gerar benefícios e criar hábitos de consumo pautados na conveniência na hora da compra.

Um dos exemplos é o aumento da opção de retiradas em lojas físicas ou pontos específicos, que transformam esses espaços em pequenos centros de distribuição, otimizando a logística e tornando o processo de entrega mais eficiente.

“O consumidor valoriza a conveniência. Quando ele busca por isso e avalia que é um benefício tangível na relação de compra, ele acaba optando para essas soluções que se configuram como uma melhor opção para ele”.

Fonte: Jornais Virtuais

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