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Honda e LÓreal vão trocar fábricas na Argentina pelo Brasil

MWM, fábrica de motores americanos, a Honda, gigante de automóveis, e a L’Óreal, anunciaram o fechamento de suas fábricas na Argentina e instalação no Brasil.

Na manhã deste dia, 6 de novembro, Bolsonaro informou que duas multinacionais vão transferir suas instalações para o Brasil. As companhias citadas pelo presidente são as gigantes Honda e L’Óreal. Em agosto deste ano, outra multinacional,  a MWM, reconhecida pela fabricação de seus motores diesel, informou também que vai fechar sua fábrica em Córdoba, na Argentina e transferir toda a produção para o Brasil, mais precisamente para a região de Jurubatuba, zona sul de São Paulo.

O presidente cita uma “nova confiabilidade do investidor” no país que ajudará a criar novos empregos.

grupo japonês informou em agosto que vai parar de produzir automóveis em sua fábrica na Argentina a partir de 2020, focando a unidade local apenas em montagem de motocicletas

“Visando fortalecer a estrutura do negócio de automóveis, diante das abruptas mudanças da indústria automotiva ao redor do mundo, a Honda tem buscado reforçar a coordenação e colaboração inter-regional, otimizando a alocação e capacidade produtiva de automóveis globalmente”, informou em comunicado.

A unidade da Honda Argentina possui capacidade de produção de 30 mil unidades de automóveis por ano e emprega mil colaboradores.

Já a L’Oréal, líder mundial no setor de cosméticos, está transferindo toda a produção da fábrica da Argentina para a sua unidade em São Paulo.

A operação, que começou três meses atrás, deve ser completada até o final deste ano. Serão entre 30 milhões e 35 milhões de produtos a mais sendo fabricados anualmente na unidade paulista, que já produz cerca de 200 milhões de unidades.

O Uruguai e a Argentina são os únicos países da América Latina onde a L’Oréal não está crescendo. Com o fechamento da fábrica na Argentina, a companhia terá fábrica em três países do continente: Brasil, Chile e México.

O Brasil já tem a produção mais competitiva das três, e deve aumentar suas exportações, que hoje representam 10% das vendas. Segundo o presidente da L’Oréal no Brasil, Frank Ferlaino, mesmo com o peso desvalorizado e os custos de transporte, a produção de São Paulo será mais competitiva.

Fonte: Click Petróleo e Gás

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