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Alibaba movimenta até US$ 12,9 bi em oferta de ações histórica em Hong Kong

O gigante chinês do comércio eletrônico Alibaba Group , dono do AliExpress, movimentou até US$ 12,9 bilhões em uma oferta de ações histórica em Hong Kong, a maior da cidade em nove anos e um recorde mundial de venda secundária de ações transnacional.

O acordo será visto como um impulso para Hong Kong, após mais de cinco meses de protestos contra o governo e seu recente deslize para sua primeira recessão em uma década. O grupo fundado pelo excêntrico milionário  Jack Ma, que, em 2014 realizou na Bolsa de  Nova York  o maior lançamento de ações em bolsa de todos os tempos, escolheu a praça chinesa para captar fundos que lhe permitirão se desenvolver mundialmente.

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O Alibaba disse em comunicado que havia cotado as ações em 176 dólares de Hong Kong (US$ 22,49) cada, um desconto de 2,9% em relação ao preço de fechamento em Nova York.

O preço significa que a oferta movimentou pelo menos 88 bilhões de dólares de Hong Kong (US$ 11,3 bilhões) — um total simbólico porque o número 8 está associado à prosperidade e boa sorte na cultura chinesa.

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A Alibaba também escolheu o código de ações 9988 para sua listagem, que combina dois dos números vistos como os que têm mais sorte, simbolizando uma prosperidade duradoura. O total movimentado com o negócio pode chegar a US$ 12,9 bilhões, se exercida a opção de lote suplementar “greenshoe”.

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Segundo o Financial Times, a venda de ações foi muitas vezes superavaliada por investidores, incluindo fundos soberanos e instituições chinesas. A empresa também aumentou a alocação de ações para os investidores de varejo de Hong Kong, com base na grande demanda.

O grupo pretendia arrecadar até US$ 20 bilhões quando solicitou a listagem em junho, antes que os planos parassem devido à revolta política  em Hong Kong. Apesar de seu tamanho reduzido, no entanto, supera facilmente os US$ 8 bilhões arrecadados pela Uber em Nova York em maio e a venda de ações de US$ 5 bilhões pela unidade Ásia-Pacífico da Anheuser-Busch InBev na cidade em setembro. O Credit Suisse e o banco de investimento estatal chinês CICC são copatrocinadores do acordo.

Fonte: O Globo

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