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Aceleradora de Miami procura startups brasileiras

Resultado de imagem para Aceleradora de Miami procura startups brasileirasStartups – São cinco meses de aceleração. Cada startup passa por didáticas e mentorias individuais. O programa tem três pilares: crescimento, produto e tecnologia. “Comece tendo um produto bom, que atenda a demanda do usuário e tenha base tecnológica sólida. Resolvendo a necessidade do cliente, ele falará sobre sua solução a outros, e seu negócio crescerá organicamente”, diz Sangion.

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As reuniões são feitas todas as semanas, com especialistas externos e da própria The Venture City. As conversas podem ser feitas remotamente ou no escritório da The Venture City em Miami, onde as startups também têm posições de trabalho gratuitas. A cada dois meses, há um evento opcional para juntar startups do portfólio da TVC e trocar experiências.

Essas startups poderão, eventualmente, receber um aporte do fundo de investimentos da The Venture City. A TVC finalizou seus aportes com o primeiro fundo, de US$ 52 milhões. O segundo fundo está sendo levantado neste momento. O foco está em investimentos de série A ou B. Algumas das startups investidas são conhecidas dos brasileiros, como o aplicativo de mobilidade urbana Cabify e o meio de pagamento RecargaPay.

A The Venture City tem sedes em Miami (Estados Unidos) e Madrid (Espanha). Também conta com equipes estratégicas em São Francisco (Estados Unidos) e em São Paulo (Brasil).

Startups brasileiras em Miami
A The Venture City aprovou 37 startups para aceleração, quatro delas brasileiras. É o caso, por exemplo, das startups Digital Innovation One e Comigo Saúde.

A Digital Innovation One começou sua aceleração em novembro de 2019, tendo a internacionalização como objetivo principal. “Há uma demanda latente por programas no mundo todo. Ao mesmo tempo, queremos ampliar ainda mais nossa proposta de impacto social”, afirmou Generoso anteriormente a Pequenas Empresas & Grandes Negócios.

A plataforma de educação gratuita para desenvolvedores de software foi fundada no começo de 2019 pelos empreendedores Gustavo Pereira, Iglá Generoso e Pablo Zaniolo. A Digital Innovation One tem 450 mentores, que já produziram 500 atividades educacionais de forma gratuita. Cerca de 50 mil alunos participaram de alguma atividade.

Para 2020, a Digital Innovation One busca triplicar o número de alunos em 2020, para 150 mil. Também estima dobrar o número de atividades educacionais, para 1.000, incluindo temas como habilidades comportamentais. Em cinco anos, tem a meta ambiciosa de capacitar 5 milhões de alunos.

Já a Comigo Saúde entrou para a aceleração da The Venture City em busca de desenvolvimento de produto. A startup começou a aceleração um mês antes da Digital Innovation One, em outubro de 2019. “Demos mais qualidade à nossa solução e estamos organizando melhor nossos próximos passos”, afirma o cofundador Davide Barenghi.

A Comigo Saúde é uma plataforma digital que consolida exames em centenas de laboratórios, com o mesmo preço pelos mesmos procedimentos. Segundo a startup, o valor de cada exame pode ser até 30% mais barato do que pela contratação particular.

Em pouco mais de um ano de negócio, a Comigo Saúde mediou 20 mil exames e economizou R$ 300 mil para seus pacientes. A Comigo Saúde concentra 150 laboratórios, como os da rede Labi. Para 2020, a healthtech projeta 80 mil exames mediados.

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Fonte: Pequenas Empresas e Grandes Negócios

Veja também: https://panoramafarmaceutico.com.br/2020/02/17/programa-de-aceleracao-visa-tem-inscricoes-abertas/

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