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“Montamos um ‘plano de guerra’ para superar essa crise”, diz empresário do ramo farmacêutico

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Apesar das autoridades globais tentaram evitar o pânico entre a população, o coronavírus já fez mais de 10 mil vítimas em 161 países e territórios. No Brasil, em pouco mais de uma semana, o vírus já causou a morte de mais de 30 pessoas e infectou mais de 1000. A situação catastrófica fez com que muitos setores paralisassem suas atividades, no entanto, à medida que a doença se espalha, mais a indústria farmacêutica se destaca no cenário de combate à doença.

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O CEO da Futura Distribuidora de Medicamentos e Produtos de Saúde, Valter Luis de Macedo Carvalhaes Pinheiro, atua em vários estados do país e descarta qualquer possibilidade de paralisar as atividades da empresa. “Nós não podemos interromper nossas atividades. O colapso é inevitável e os hospitais públicos e privados precisam do nosso suporte durante esse momento catastrófico”, pontuou.

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Os maiores índices de mortalidade estão registrados na Europa e na Ásia.

Por outro lado, mesmo sem paralisar a produção, Valter Luis de Macedo explicou que, junto com uma comissão técnica, elaborou um “verdadeiro plano de guerra” determinando normas de segurança e higiene mais rígidas que garantam o bem-estar dos colaboradores e parceiros da Futura.

Parte da equipe da Futura, que atua no Rio de Janeiro e no Espírito Santo, está trabalhando no formato home office. De acordo com Valter Luis de Macedo, os despachos internos e as reuniões com clientes estão sendo feitas remotamente, via internet.

“Para a equipe que está no escritório, está sendo feita a limpeza de todos os eletrônicos com álcool isopropílico e limpeza também das mesas de trabalho, braços das cadeiras e maçanetas ao longo do dia, seguindo as recomendações da Organização Mundial de Saúde”, explicou Valter Luis. A empresa ainda determinou que seja feito um rodízio de transporte “para evitar o contato em transportes públicos”.

“Diante da atual conjuntura, nós da Indústria Farmacêutica assumimos um papel fundamental no combate ao Covid-19 e temos a responsabilidade social e o dever cívico com toda a população”, finalizou o empresário.

Fonte: Agência Press

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