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Faltam vacinas contra a gripe em clínicas particulares de Fortaleza

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vacinas
A falta de doses tem relação com problemas na malha área — Foto: Divulgação

Clínicas particulares de imunização em Fortaleza estão com estoque esgotado de vacina contra a gripe. A falta de doses tem relação com problemas na malha área. Isso porque a carga é importada de países estrangeiros, mas a diminuição nos voos por conta da pandemia de coronavírus Sars-CoV-2 dificulta o envio.

O G1 consultou a disponibilidade da vacina em quatro estabelecimentos privados da Capital. Em nenhum deles, há doses disponíveis. Mesmo com novos lotes previstos para chegar, as unidades se queixam da incerteza nas entregas.

“Elas estão vindo em uma quantidade muito menor do que a gente pediu ou do que esperava receber, e com muito atraso. Mandam menos doses para ver se conseguem o embarque, porque uma carga maior fica difícil colocar na aeronave”, alega o diretor médico da Clínica Núbia Jacó, João Cláudio Jacó.

Segundo ele, o primeiro lote com quatro mil doses chegou no dia 13 de março e acabou em dois dias. As cargas posteriores vieram em quantidades menores. Os distribuidores enviaram duas remessas com 500 vacinas e agora, outras duas mil são esperadas.

Cancelamento

Um lote com vacinas solicitado pela Clínica Imunize foi cancelado nesta semana também por falta de transporte, segundo a enfermeira Mônica Teixeira. “A gente está na mão deles para que as vacinas cheguem. O problema é geral”, considera. O que já chegou, no entanto, não foi suficiente para atender o público. “Foram bastante doses, mas acabam muito rápido”.

A alta demanda na Previne Vacinas fez a direção organizar uma fila de espera que já chega a 600 pessoas. Organizados por escala de prioridade, públicos de diferentes faixas etárias aguardam a chegada de novas doses.

Já na Oto Vacinas, as quase duas mil doses que foram pedidas ainda no mês passado, não chegaram por causa da queda nos serviços aéreos. Cerca de 400 pessoas já haviam solicitado a vacina, mas a diretora Juliana Moreira diz que o número era para ser maior porque a procura está acentuada.

“Recebemos muita ligação, muita mensagem, mas a gente não está fazendo mais a fila para não gerar frustração, porque não sabe se as doses vão ser entregues. Os fornecedores não estavam conseguindo me dar uma previsão, então eu parei. A lista era para ser muito maior”, revela Juliana, lamentando a situação.

‘Medo de aglomerações’

A autônoma Kamilla Cabral conheçeu bem esse cenário depois de procurar o serviço em uma clínica. “Disseram que não estavam mais passando previsões”, pondera. Apesar de não ter data concreta para imunizar os parentes, ela justifica que não irá procurar a rede pública “por medo de aglomerações. Nesse caso, eles preferem aguardar”.

O G1 consultou a disponibilidade da vacina em quatro estabelecimentos privados da Capital. Em nenhum deles, há doses disponíveis. Mesmo com novos lotes previstos para chegar, as unidades se queixam da incerteza nas entregas.

“Elas estão vindo em uma quantidade muito menor do que a gente pediu ou do que esperava receber, e com muito atraso. Mandam menos doses para ver se conseguem o embarque, porque uma carga maior fica difícil colocar na aeronave”, alega o diretor médico da Clínica Núbia Jacó, João Cláudio Jacó.

Segundo ele, o primeiro lote com quatro mil doses chegou no dia 13 de março e acabou em dois dias. As cargas posteriores vieram em quantidades menores. Os distribuidores enviaram duas remessas com 500 vacinas e agora, outras duas mil são esperadas.

Um lote com vacinas solicitado pela Clínica Imunize foi cancelado nesta semana também por falta de transporte, segundo a enfermeira Mônica Teixeira. “A gente está na mão deles para que as vacinas cheguem. O problema é geral”, considera. O que já chegou, no entanto, não foi suficiente para atender o público. “Foram bastante doses, mas acabam muito rápido”.

A alta demanda na Previne Vacinas fez a direção organizar uma fila de espera que já chega a 600 pessoas. Organizados por escala de prioridade, públicos de diferentes faixas etárias aguardam a chegada de novas doses.

Já na Oto Vacinas, as quase duas mil doses que foram pedidas ainda no mês passado, não chegaram por causa da queda nos serviços aéreos. Cerca de 400 pessoas já haviam solicitado a vacina, mas a diretora Juliana Moreira diz que o número era para ser maior porque a procura está acentuada.

“Recebemos muita ligação, muita mensagem, mas a gente não está fazendo mais a fila para não gerar frustração, porque não sabe se as doses vão ser entregues. Os fornecedores não estavam conseguindo me dar uma previsão, então eu parei. A lista era para ser muito maior”, revela Juliana, lamentando a situação.

A autônoma Kamilla Cabral conheçeu bem esse cenário depois de procurar o serviço em uma clínica. “Disseram que não estavam mais passando previsões”, pondera. Apesar de não ter data concreta para imunizar os parentes, ela justifica que não irá procurar a rede pública “por medo de aglomerações. Nesse caso, eles preferem aguardar”.

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Fonte: G1

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