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Exercício pode diminuir tempo de internação hospitalar

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Internação hospitalar – Esse blog já bateu na tecla inúmeras vezes, mas é um prazer voltar ao assunto, porque sempre há a possibilidade de convencer um número maior de pessoas a aderir à causa. Exercitar-se é o passaporte para garantir uma existência saudável e uma velhice que vai pesar menos no bolso. Em tempos tão bicudos de pandemia, quando todos nos angustiamos diante do risco de adoecer e ter que encarar uma internação, um estudo da Universidade de Cambridge, divulgado no começo do mês, só ratifica os benefícios da atividade física. O trabalho mostrou que homens e mulheres, da meia-idade à velhice, enfrentam um período menor de hospitalização quando se dedicam a algum tipo de exercício.

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O levantamento acompanhou as internações de pacientes de ambos os sexos, entre 40 e 79 anos, e observou que os mais ativos permaneciam um intervalo de tempo de 25% a 27% menor no hospital. Traduzindo para números, os sedentários passavam pelo menos quatro dias a mais internadas. Resultados similares foram constatados dez anos depois, quando os participantes da pesquisa tinham entre 50 e 90 anos.

Publicado na “BMC Geriatrics”, ele foi realizado por pesquisadores do departamento de saúde pública da universidade com base em dados de mais de 25 mil britânicos que são acompanhados há 20 anos e entrevistados regularmente sobre seu estilo de vida. Foi calculado que, para cada indivíduo sedentário que começou a fazer exercícios, o NHS – o equivalente ao SUS do Reino Unido – economizou quase 250 libras (cerca de R$ 1.800) por ano.

Os pesquisadores também descobriram que aqueles que mantiveram o mesmo nível de atividade física, ou até ampliaram o leque de exercícios, tinham 34% a menos de chances de ficar 20 dias num hospital. O coordenador do estudo, Robert Luben, declarou que o trabalho não deixa dúvidas sobre os benefícios do exercício: “além de garantir a qualidade de vida das pessoas, diminui a pressão sobre o sistema de saúde”.

A equipe de Luben cruzou as informações dos questionários com os registros hospitalares e comparou as ocupações profissionais e as de lazer, para detalhar o nível de sedentarismo. Os participantes foram divididos nas categorias: sedentário, moderadamente sedentário, moderadamente ativo e ativo. A boa notícia é que até aqueles classificados como moderadamente sedentários apresentavam um quadro de recuperação melhor que os totalmente inativos. Portanto, nunca é tarde para começar e fazer pouco ainda é melhor que não fazer nada!

Fonte: G1

Veja também: https://panoramafarmaceutico.com.br/2020/05/21/tiaraju-intensifica-producao-do-suplemento-vital-c-fort-com-foco-no-varejo-farmaceutico/

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