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Pesquisa aponta impactos na renda com pandemia

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A empresa Reclab, especializada em informações e pesquisa, realizou um levantamento sobre alguns hábitos e comportamentos das pessoas durante o período de pandemia. O estudo foi feito através de plataforma online, entre os dias 5 e 10 de maio, e, entre outros aspectos, abordou os reflexos do coronavírus na renda das pessoas.

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A empresa Reclab, especializada em informações e pesquisa, realizou um levantamento sobre alguns hábitos e comportamentos das pessoas durante o período de pandemia. O estudo foi feito através de plataforma online, entre os dias 5 e 10 de maio, e, entre outros aspectos, abordou os reflexos do coronavírus na renda das pessoas.

Participaram da pesquisa 602 pessoas, sendo 538 do Rio Grande do Sul. Quanto aos gaúchos que integraram o trabalho, a maioria dos respondentes foram mulheres, no geral com idade entre 35 e 65 anos, que moram com a família e possuem curso superior e renda familiar média acima de R$ 5,2 mil. Neste momento de pandemia, 35% afirmam não terem alteração na sua renda, 36,6% está com ela reduzida e 25,3% está sem rendimentos no momento.

Sobre hábitos alimentares, 35,4% não alteraram suas rotinas durante a quarentena, mas 39,5% das pessoas mudaram para pior, sendo que jovens de até 35 anos foram os que agravaram mais (50,1%). O levantamento constatou ainda que 63,1% diminuíram atividades físicas durante a pandemia. Entre as pessoas com até 35 anos, 72% reduziram as atividades físicas e 43,3% com renda de até R$ 5,2 mil diminuíram muito ou pararam de fazer exercícios. Por outro lado, 74% das pessoas aumentaram o tempo que passam nas redes sociais. O que as pessoas mais têm feito durante a pandemia é assistir filmes e séries, trabalhos domésticos, incluindo cozinhar e trabalhar em home office.

Entre os serviços que estão fechados, mesmo com muita gente com a renda reduzida, o que as pessoas mais sentem falta é de bares e restaurantes (75,6%) e o comércio (65,3%). Os itens que as pessoas mais têm mais comprado são alimentos, produtos de limpeza e medicamentos. Já os artigos que têm comprado menos são vestuário e presentes em geral.

Os respondentes afirmam estarem usando mais os serviços online e e-commerce, mas ainda existe a preferência pela compra no ponto de venda. Supermercados e farmácias oferecem serviços online, mas a maioria ainda prefere ir direto às lojas (66,7%). Jovens de até 35 anos são os que mais vão direto aos estabelecimentos fazer compras (75%).

Entre os serviços online mais utilizados estão os aplicativos de comida, de supermercados e de farmácias. Na hora de comprar online, o mais importante é o preço (61,3%), mas o tempo e valor da entrega também contam muito. A marca é um atributo importante no momento da escolha dos produtos através do e-commerce para 34,6% das pessoas.

Durante a pandemia, 29% das pessoas trocaram alguma marca de produto que costumavam utilizar, principalmente, por preço ou indisponibilidade. Sobre o coronavírus, 65,3% sentem-se seguros em frequentar estabelecimentos comerciais que respeitem normas estabelecidas e 90% acreditam que o uso de máscaras é uma boa medida para conter o surto. Para 69,3% das pessoas ouvidas a situação da pandemia vai permanecer igual ou piorar nos próximos 30 dias.

Fonte: Jornal do Comércio

Veja também: https://panoramafarmaceutico.com.br/2020/05/22/varejo-farmaceutico-online-bate-recorde-e-estima-crescimento-de-quase-dois-digitos-em-maio/

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