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Código de barras garante rastreabilidade e controle na distribuição de medicamentos na rede de saúde

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Para garantir que os kits Covid-19 que passaram a ser distribuídos na rede municipal de saúde nesta terça-feira (21) estejam realmente sendo direcionados para quem precisa, ou seja, pacientes com sintomas iniciais da Covid-19, o Município de Cuiabá aplicou, em cada um dos kits, um código de barras, pelo qual é possível acompanhar toda a movimentação dos produtos, desde o Centro de Distribuição de Medicamentos e Insumos de Cuiabá (CDMIC) até o paciente.

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“Cada kit tem uma rastreabilidade. Quer dizer que a gente sabe quem é o enfermeiro que pegou o kit e entregou para o médico entregar para o paciente. Quem foi da farmácia que dispensou esse medicamento para o paciente. Então, o próprio paciente vai ter dentro do kit dele o número desse remédio que ele recebeu. Não adianta distribuir de forma aleatória que vai aparecer quem pegou e quem distribuiu aleatoriamente esse kit. Tem um número daquela sacolinha que ele vai estar dispensando ao médico para poder prescrever ao paciente”, afirma o secretário-adjunto de Assistência em Saúde, Luiz Gustavo Raboni Palma. Segundo ele, todo esse processo visa garantir transparência e controle na distribuição do kit Covid-19, o que significa zelo com os recursos públicos, além de cuidado com as pessoas que precisam dos remédios.

A coordenadora de logística do Centro de Distribuição de Medicamentos e Insumos de Cuiabá, Lindinalva Queiroz, explica que diariamente, o CDMIC recebe produtos diretamente das indústrias licitadas. Assim que as aquisições chegam, são conferidas as notas fiscais e os produtos. Em seguida, eles são cadastrados no sistema informatizado. “Esse mesmo sistema que nós usamos aqui no CDMIC está na ponta, nas unidades de saúde. Então, é registrado esse medicamento através do código de barras. Esse código de barras nós aqui da Prefeitura conseguimos rastrear e saber se ele foi entregue lá na UPA Sul, a quantidade de pessoas que receberam aquele medicamento”, afirma.

Conforme Lindinalva, atualmente, o sistema está ainda mais aperfeiçoado. “A Prefeitura, preocupada em saber se realmente esse medicamento está indo para a pessoa certa, o paciente certo, a gente consegue também rastrear através do CPF quem pegou aquele medicamento na unidade”, diz a coordenadora.

Combate à Covid-19

Desde terça-feira (21), 13 unidades básicas de saúde da Capital contam com os Kits Covid-19, compostos cada um por 5 comprimidos de azitromicina 500mg, 4 comprimidos de Ivermectina 6mg e 20 comprimidos de dipirona 500mg. A entrega ocorre, mediante consulta e prescrição médica e assinatura do termo de consentimento, apenas para pacientes que apresentam sintomas iniciais da doença, como sintomas gripais, dor de cabeça, dor no corpo, perda do olfato, perda do paladar, tosse seca ou tosse produtiva e febre. Inicialmente, os medicamentos poderão ser retirados somente em 14 unidades de saúde,espalhadas em pontos distintos da capital.

Fonte: O Bom da Notícia

Veja também: https://panoramafarmaceutico.com.br/2020/08/05/uso-de-azitromicina-salta-de-20-para-90-mil-em-rio-branco/

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