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PIB do coronavírus

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PIB – A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), diz que a maioria das economias do G-20 teve contração recorde do PIB no 2º trimestre. O documento mostra um recuou inédito de 6,9% entre abril e junho ante os três primeiros meses do ano, bem maior do que o declínio de 1,6%, no primeiro trimestre de 2009, quando a crise financeira mundial estava no pico. Em relação ao mesmo período de 2019, o PIB do G-20 encolheu 9,1% no segundo trimestre. A França foi um dos países cuja economia afundou (-13,8%). Só a China ficou fora da queda e teve expansão no trimestre, de 11,5%.

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RETRAÇÃO

Os maiores tombos foram da Índia, de 25,2%, e no Reino Unido, de 20,4%. Reduções significativas também no México (-17,1%), África do Sul (-16,4%), França (-13,8%), Itália (-12,8%) e Canadá (-11,5%). No Brasil e Alemanha (-9,7% em ambos os países), Estados Unidos (-9,1%), Japão (-7,9%), Austrália (-7.0%) e Indonésia (- 6.9%).

ATIVIDADE

Embora em ritmo menor, a atividade econômica cresce 2,15% em julho, ante junho, diz o Banco Central, pelo indicador IBC-Br. Vem em alta, após forte retração nos meses de março e abril, por conta da pandemia do coronavírus. É o terceiro mês consecutivo de alta da economia brasileira.

INDICADOR

Outro dado positivo. O Indicador Antecedente Composto da Economia Brasileira subiu 1,10% em agosto na comparação com julho, revela a Fundação Getulio Vargas (FGV) e The Conference Board. O resultado de julho situa o IACE 2,2 pontos abaixo do nível observado em fevereiro de 2020, último mês pouco afetado pela pandemia de coronavírus.

PROJEÇÕES O mercado financeiro, através do boletim semanal Focus, do Banco Central, mudou a direção para positivo ante a semana passada. Agora, a projeção do PIB de 2020 melhora de queda de -5,31% para -5,11%. A estimativa do Focus para o IPCA 2020 sobe de 1,78% para 1,94% e, a projeção para o câmbio 2020 segue em R$ 5,25 e em R$ 5,00 para 2021.

REDUÇÃO DE DESIGUALDADE

Um estudo do Ipea mostra que a tributação tem maior espaço para ajudar na redução da desigualdade. Enquanto as transferências monetárias vêm alcançando sucesso em seus impactos, os tributos diretos ainda estão longe do protagonismo que podem ter. O Ipea destaca que as políticas de transferência de renda como Bolsa Família, Benefício de Prestação Continuada (BPC) e mesmo a Previdência Social têm efeitos positivos para redução da desigualdade social no Brasil. Mas o grande espaço para a melhoria nesse indicador está no uso da tributação direta sobre a renda e patrimônio.

COTAÇÕES

A Bolsa avançou nos primeiros negócios com exterior favorável e fechou em 1,94%, a 100.275 pontos. O petróleo (spot) foi vendido a U$ 37,26, leve queda de -0,04%. Já o dólar ficou em R$ 5,275, queda acentuada de -1,07%. A entrada de dólar na balança comercial se mantém no positivo. Na segunda semana de setembro a balança comercial teve superávit de US$ US$ 1,727 bilhão. Houve alta de 5,1% na média diária das exportações.

PAGAMENTOS

Dinheiro novo na praça. O Governo do Estado deposita hoje os salários de setembro de quem ganha até R$ 4 mil e 40% de quem ganha acima desse valor. Depósito de mais de R$ 231,6 milhões. Já a Caixa Econômica também faz hoje o pagamento o abono salarial 202/2021, para mais de 734 mil trabalhadores nascidos em setembro (R$ 567 milhões). Ontem a Caixa creditou os valores do Saque Emergencial do FGTS, mais de R$ 3 bilhões

RISCO

O ministro Paulo Guedes (Economia) afirmou ontem que a União pode quebrar se bancar novo fundo para estados e municípios. “Vamos entrar em rota de implosão fiscal”, diz Guedes. Em evento virtual da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Guedes fez um forte discurso contra a criação do novo fundo.

PRAZO

Os municípios têm até amanhã, 16 de setembro para questionarem a estimativa populacional do IBGE. De acordo com a Confederação Nacional de Municípios (CNM), o instituto vem respeitando este prazo desde 2016. A partir da daí será fixado o índice parfa repasse do FPM.

CRESCIMENTO

O faturamento das indústrias de materiais de construção cresce 2,9% em agosto, sendo essa a primeira vez no ano que o setor registra alta por dois meses consecutivos. Segundo a Abramat, associação do setor, se comparado a agosto de 2019, o aumento é ainda maior, de 9%. No entanto, a expectativa para o fechamento do ano ainda é de queda.

ALUGUEL

Com queda de 0,28% em agosto, o preço médio de aluguel recua pelo terceiro mês consecutivo, de acordo com a Fipe e o ZAP. Na análise do último mês, após recuo de 0,40% em julho, o Índice ficou abaixo da inflação tanto pelo IPCA/IBGE (+0,24%) e quanto pelo IGP-M/FGV (+2,74%), resultando em uma queda real do preço médio do aluguel dos imóveis.

Os artigos publicados com assinatura não traduzem, necessariamente, a opinião da TRIBUNA DO NORTE, sendo de responsabilidade total do autor.

Fonte: Tribuna do Norte

Veja também: https://panoramafarmaceutico.com.br/2020/09/15/montafarma-cria-modelo-de-farmacia-digital-para-melhor-experiencia-de-compra-no-pdv/

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