Notícias do setor farmacêutico

61% tomariam imunizante

24

A maior parte dos brasileiros tomará a vacina contra a covid-19 mesmo que não seja obrigatório. O levantamento, feito pelo instituto Paraná Pesquisas, mostrou que somente 8,7% dos entrevistados não pretendem receber a imunização por vontade própria. Do total, 61,2% dos participantes da sondagem disseram que pretendem tomar o imunizante mesmo sem que haja uma lei que os obrigue. Outros 26,9% disseram que isso dependerá de qual país a vacina será importada.

Siga nosso Instagram: https://www.instagram.com/panoramafarmaceutico/

A maioria dos brasileiros também acha que a vacinação contra a covid-19 deve ser obrigatória. Ao todo, 55,2% disseram ser favoráveis à imunização compulsória. Outros 38,6%, se disseram contra. O levantamento foi feito entre os dias 10 e 12 de setembro, com uma amostra de 2.008 habitantes de todos os estados, mais o Distrito Federal.

No início de setembro, Jair Bolsonaro disse a uma apoiadora, que se disse contrária ao medicamento, na entrada do Palácio da Alvorada, que “ninguém pode obrigar ninguém a tomar vacina”. A afirmação contradiz a lei sancionada pelo próprio presidente — que prevê que uma das medidas possíveis para conter a pandemia é a vacinação obrigatória.

Atualmente, estão em testes no Brasil quatro imunizantes: a desenvolvida pela Universidade de Oxford e pelo laboratório AstraZeneca; a Coronavac, da empresa chinesa Sinovac Research & Development Co. Ltd., em parceria com o Instituto Butantan; a Vacina BioNTech e Wyeth/Pfizer; e a da Jansen-Cilag. A vacina Sputnik 5, desenvolvida pelo Instituto Gamaleya, da Rússia, deve entrar em fase de testes no país.

Pelo 2º dia, Brasil tem menos de mil mortes

Seguindo a tendência de declínio, pelo segundo dia consecutivo nesta semana o Brasil registrou, ontem, menos de mil mortes em 24 horas pela covid-19. O balanço do Ministério da Saúde confirmou novas 829 vidas perdidas e 36.303 infecções. Desde o início da pandemia, são 134.935 óbitos e 4.455.386 infectados pelo novo coronavírus. Com uma taxa de mortalidade de 3%, o país vê a maioria dos seus estados somar mais de mil mortes cada um — 23 atingiram tal marca. São Paulo e Rio de Janeiro são as únicas unidades da Federação com mais de 10 mil óbitos: 33.472 e 17.543 vítimas fatais, respectivamente.

Fonte: Correio Braziliense

Você pode gostar também

Deixe seu comentário

Seu endereço de email não será publicado.

Esse site utiliza cookies para aprimorar sua experiência de navegação. Mas você pode optar por recusar o acesso. Aceitar Consulte mais informação

Perdeu sua senha? Digite seu nome de usuário ou endereço de email. Você receberá um link para criar uma nova senha por e-mail.
document.querySelectorAll('.youtube a').forEach(e=>{e.href = "https://youtube.com/user/partnersupport" })