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Vacina da Johnson & Johnson é segura, diz resultados preliminares

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De acordo com pesquisa publicada no repositório on-line MedRxiv , a vacina produzida pela empresa Johnson & Johnson é segura e deve estimular resposta em relação à imunidade. Publicados na última sexta-feira, 25, os resultados, entretanto, são preliminares e parciais das fases 1 e 2 e ainda serão submetidos à revisão.

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Desenvolvida pela empresa farmacêutica Janssen Pharmaceuticals, do grupo Johnson & Johnson, a imunização é chamada de Ad26.COV2.S e será testada no Brasil. Desde 23 de setembro, a vacina se encontra na terceira e última fase de testes em todo o mundo, contando com cerca de 60 mil voluntários de cerca de 8 países: Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, México, Peru, África do Sul e Estados Unidos.

Os testes foram realizados em 796 participantes, divididos em três grupos, sendo 402 pessoas entre 18 e 55 anos e 394 idosos de mais de 65 anos. Os testes foram realizados entre 22 de julho e 24 de agosto. O estuda ainda ressalta que alguns pacientes, de forma aleatória, receberam doses maiores que outros.

A conclusão é que, mediante a segurança e imunogenicidade da vacina, uma única dose já é inclusive de possível suporte para garantir a eficácia da imunização.

A Fase 3

A terceira fase do teste de uma vacina é quando é testada, de fato, sua eficácia e segurança em seres humanos, sendo a última antes da produção em larga escala e da distribuição. Ao contrário da primeira e segunda fases, em que a vacina é testada em grupos menores, são necessários milhares de voluntários para garantir o sucesso da etapa.

Também é a última fase antes da obtenção do registro sanitário que, no Brasil, é disponibilizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para que possa, de fato, ser disponibilizada para a população.

Na terceira fase da vacina da empresa Johnson & Johnson, participantes de forma aleatória irão receber a vacina, enquanto outros receberão o placebo – sem a fórmula da imunização -, de forma a garantir a eficácia completa.

Outras vacinas

O laboratório Astrazeneca também está desenvolvendo uma vacina em parceria com a Universidade de Oxford. No dia 8 de agosto, os procedimentos foram suspensos, após uma “reação adversa” em um dos voluntários do Reino Unido, mas foram retomados no dia 14 de agosto. Os testes também estão na fase 3 e estão sendo testados no Brasil por meio da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

Já o laboratório chinês Sinovac está produzindo a vacina chamada de CoronaVac e também está realizando testes no Brasil, com ajuda da Universidade de Brasília (UnB). São cerca de 9 mil voluntários participando da fase 3 do processo. Caso bem sucedida, a vacina será produzida junto ao Instituto Butantan.

Fonte: Max Informa

Veja também: https://panoramafarmaceutico.com.br/2020/10/01/pouso-alegre-ganha-empreendimento-industrial-para-atender-o-setor-farmaceutico/

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