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Vacina chinesa precisa estar em cronograma nacional, diz Conass

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Secretários estaduais de Saúde pedem ao Ministério da Saúde nesta quinta-feira (15) compromisso de inclusão da vacina que será produzida pelo Instituto Butantan no Programa Nacional de Imunizações. A preocupação dos secretários é a de que o governo federal não se envolva na definição das estratégias de produção e de distribuição da vacina desenvolvida em São Paulo a partir de parceria com a empresa Sinovac.

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A carta explica que o governo federal projeta a distribuição da vacina de Oxford (que no Brasil será produzida pela Fiocruz e também está em fase de testes) somente para abril, ao passo que o governo de São Paulo prevê a finalização da fase 3 de testes até o início do mês de novembro.

Nesse cenário, o Conass (Conselho Nacional de Secretários de Estado da Saúde) pede que a pasta de Pazuello se comprometa a incluir em seu cronograma o imunizante desenvolvido pelo Butantan e “quaisquer outras vacinas produzidas e testadas por outras indústrias, que possuam condições de eficácia, segurança no menor espaço temporal possível”.

REUNIÃO

O ofício foi redigido após reunião com o ministro Pazuello que despertou crise com os secretários de Saúde.

Para parte dos presentes na reunião desta quarta (14), o governo federal está ignorando o imunizante que tem participação do Instituto Butantan -ainda em fase de testes. “As vacinas não estão sendo tratadas de forma republicana pelo Ministério da Saúde”, disse Jean Gorinchteyn, secretário de Saúde de São Paulo. “Todos os presentes na reunião entenderam da mesma forma. A vacina de São Paulo está sendo ignorada”, completou.

VERBA

“O Estado de São Paulo não desistiu de conseguir verba do Ministério da Saúde para ampliar o acesso à vacina Coronavac em nível nacional”, disse o governador João Doria.

A vacina, produzida pelo Instituto Butantã em parceria com o laboratório chinês Sinovac, está na fase 3 de testes com humanos, a mais avançada no desenvolvimento de imunizantes.

OUTRO LADO

O secretário executivo do Ministério da Saúde, Elcio Franco, afirmou que a pasta acompanha o desenvolvimento de mais de 200 vacinas. “Estamos aderindo a qualquer iniciativa de desenvolvimento de vacinas que nos ofereça segurança, eficácia e que fique pronta antes, ou seja, em um prazo mais curto, que tenha produção em escala em quantidade para imunizar a população brasileira”, disse.

Fonte: Jornal da Cidade

Veja também: https://panoramafarmaceutico.com.br/2020/10/14/redifar-lanca-linha-de-suplemento-exclusiva-para-distribuidores-e-pdvs-atendidos/

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