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FICE 2020: O futuro da saúde está nos dados

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A ideia surgiu em 2003 — ano da SARS, a Síndrome Respiratória Aguda. Frente ao avanço do vírus responsável pela morte de cerca de 800 pessoas na Ásia, a Intel decidiu criar o programa Pandemic Response Technology Initiative. “A missão de nossa empresa sempre foi ajudar as pessoas. A tecnologia é essencial nesse trabalho”, disse o vice-presidente da companhia e líder da iniciativa Rick Echevarria, durante a abertura da quarta edição do Festival de Inovação e Cultura Empreendedora (FICE) 2020. “Temos de nos preparar para enfrentar qualquer tipo de desastre”, completou, no painel A cura está nos dados.

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Durante a covid-19, nada mais natural, portanto, que a Intel saísse na frente. Apesar da surpresa frente ao vírus aterrador e à doença desconhecida, a empresa já tinha alguma experiência com pandemias. Segundo Rick, a Intel focou em três áreas. Até agora a empresa concentrou seu plano de ação em três áreas: ciência da computação, ciência da saúde e educação. Até o momento a empresa investiu nos programas destinados ao SARS-CoV-2 pouco mais de US$ 40 milhões.

O primeiro momento da pandemia do novo coronavírus, explica Rick, foi o da prontidão, de responder ao aqui e ao agora. O de distribuir 300 mil computadores no mundo inteiro e o de investir em ciência de dados e inteligência artificial, entre outras tecnologias de alto desempenho, na busca por diagnósticos e tratamentos mais precisos contra a covid-19. “Chamamos nossos melhores especialistas para trabalhar com os governos e entidades globais, para garantir que eles possam seguir com as ações durante os períodos pandêmicos”, afirma o vice-presidente da Intel.

Outra iniciativa importante no enfrentamento de situações limites de saúde é fazer parcerias. A Intel está ao lado de 100 organizações, espalhadas pelo mundo, em cerca de 120 projetos distintos, em diversos segmentos. Rick lembra que a companhia fechou acordo com uma startup que possibilita a criação de uma UTI (Unidade de Terapia Intensiva) online, o que garante aos profissionais de saúde acesso aos dados dos pacientes por via digital. Há também a parceria com uma universidade que desenvolveu um programa para prevenir as contaminações bacterianas. A Intel também está envolvida com uma empresa irlandesa de visão computacional responsável pela construção de um software de visão computacional para também controlar infecções de bactérias. Os aprendizados de hoje são os ensinamentos do amanhã.

Fonte: Época Negócios

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