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Estado terá de ajudar com ‘frigoríficos’ e caminhões térmicos para vacinas

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O prefeito de Suzano, Rodrigo Ashiuchi (PL) disse que a cidade carece de “frigoríficos” e caminhões térmicos para conseguir aplicar as vacinas contra o novo coronavírus (Covid-19) na população. A declaração foi dada durante o evento em comemoração aos dez anos do Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê (Condemat).

Veja também: OMS: vacina obrigatória contra covid-19 pode ser necessária em países com baixa adesão voluntária e alto contágio

Segundo o prefeito, “há demanda de alguns frigoríficos que consigam chegar a essa temperatura e outros caminhões térmicos que (também) consigam chegar nesta temperatura”. Ele se refere aos cerca de -70°C necessários para conservar as vacinas produzidas pelos laboratórios Pfizer e BioNTech. O governo federal avançou na negociação para a compra de 70 milhões de doses desta vacina.

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Ashiuchi disse, ainda, que este é um problema não só de Suzano, mas de várias outras cidades. O prefeito conta com a ajuda do governo do Estado no processo e diz que, se eleito presidente do Condemat – em eleição que deve acontecer no dia 4 de janeiro -, focará na chegada e na logística de distribuição e aplicação das vacinas na população do Alto Tietê.

“A partir do momento em que elas saírem da temperatura de -70°C ou -80°C, terão poucas horas para serem aplicadas. Temos que ter uma logística forte e trabalhar principalmente com as secretarias das cidades do Alto Tietê – as da Saúde, principalmente -, para que elas estejam treinadas, aptas e tenham uma logística adequada”, disse Ashiuchi.

Em seguida, ele reforçou a importância de os municípios da região se unirem neste momento. “Temos que nos ajudar porque cada um que for vacinado, independente da cidade, contará como menos um que vai propagar a doença. Esperamos ter um plano eficaz com relação à vacina”, declarou.

O prefeito de Suzano reforçou a importância do governo do Estado no processo de recepção das vacinas. Disse que a região precisará ter uma logística, de maneira que as doses sejam aplicadas rapidamente na população.

“O importante não é só preservar nos -70°C ou -80°C, mas sim ter uma logística para que elas saiam deste ambiente frio e possam ser aplicadas rapidamente. Há poucas horas (para aplicar). Precisamos nos organizar junto com as demais secretarias de Saúde da região para termos as aplicações corretas e para que elas cheguem o mais rápido possível na população”, finalizou o prefeito de Suzano.

Fonte: Diário de Suzano

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