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8 atitudes que devem ser tomadas na venda de antibióticos

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Importantes no combate a diversas doenças, os antibióticos são considerados um marco na ciência farmacêutica e na medicina. Apesar disso, o

Importantes no combate a diversas doenças, os antibióticos são considerados um marco na ciência farmacêutica e na medicina. Apesar disso, o uso desses medicamentos deve ser controlado.

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Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), aproximadamente 700 mil pessoas morrem anualmente em decorrência de doenças causadas por organismos resistentes à medicação. Isso causado pelo uso indevido de antibióticos, que acaba gerando modificações genéticas em micróbios e bactérias.

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É função do farmacêutico ter certeza que a dispensação é correta e também levar informações pertinentes sobre o tratamento ao paciente. Nesse texto, você verá medidas de checagem e questões a serem esclarecidas ao consumidor.

A receita para antibióticos deve estar legível

Apesar da famosa “letra de médico”, é importante ter certeza do medicamento prescrito na receita. Caso não seja possível ler, o contato com o profissional da saúde que indicou o medicamento é uma atitude que pode ser tomada.

Também deve-se certificar que a dose indicada está de acordo com o usual e exposto na bula do medicamento.

Cheque a data de validade

As receitas de antibióticos têm uma validade menor do que os 30 dias usuais. Para esses medicamentos, a receita permanecerá válida por até dez dias após a data presente na receita. A prescrição sempre deve estar datada.

Caso os antibióticos em questão sejam para um tratamento de longo prazo, a mesma receita poderá ser utilizada novamente, com validade de 90 dias.

Medidas legais

Em ambas as vias das receitas usadas nas compras de antibióticos, será necessário a inclusão dos seguintes dados:

  • Data da dispensação do medicamento
  • Quantidade do medicamento dispensado
  • Lote
  • Rubrica do farmacêutico responsável pelo atendimento

Receitas e notas fiscais das vendas realizadas dos remédios desse seguimento devem permanecer armazenadas por dois anos.

Substituição

Fica a cargo do farmacêutico dispensar o medicamento de marca ou oferecer uma opção genérica ou similar do antibiótico. Caso o prescritor não deseje que a troca seja realizada, deve escrever isso de maneira clara na receita.

Caso o paciente não se sinta seguro em realizar a troca, também cabe ao farmacêutico explicar sobre os testes de bioequivalência e biodisponibilidade dos medicamentos.

Ensine a tomar

Esse pode parecer um tópico básico demais. Porém, é mais necessário do que você imagina. Alguns pacientes acreditam que tomar antibióticos com leite será melhor para o estômago, evitando possíveis irritações.

Mas essa é uma atitude que, em alguns casos, pode inclusive prejudicar o tratamento, evitando que o organismo absorva corretamente o fármaco. Oriente sempre que o consumo seja feito com água, preferencialmente 200 ml do líquido.

Atenção aos horários

É de relativo conhecimento público, mas sempre bom lembrar. Reforce com o paciente a necessidade de respeitar os horários dos antibióticos. Se eles devem ser ingeridos a cada oito horas, que assim seja. Não espere, por exemplo, para consumir junto às refeições.

É válido no auxílio do tratamento programar despertadores e alarmes para não perder o horário correto da medicação.

Antibióticos x anticoncepcional

Outro cuidado que o farmacêutico deve ter ao informar o paciente sobre os antibióticos diz respeito às pílulas anticoncepcionais. Os medicamentos, se usados simultaneamente, geram uma interação medicamentosa que pode reduzir a eficácia do método contraceptivo, principalmente se ele for de baixa carga hormonal.

Cabe ao profissional esclarecer essa questão e indicar o uso de outro método contraceptivo, como a camisinha, durante o tratamento.

Antibióticos x álcool

Por ambos serem metabolizados no fígado na maioria dos casos, antibióticos e álcool não se dão muito bem. Com ambos os compostos simultaneamente no organismo, o órgão pode se sobrecarregar.

Além disso, por ser considerado um líquido diurético, o álcool pode afetar a quantidade do fármaco no organismo, dificultando o tratamento.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico


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