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A doença silenciosa que atinge 35% da população brasileira

Doença silenciosa – Popularmente chamada de pressão alta, a hipertensão arterial é o principal fator de risco para doenças cardiovasculares, como infarto agudo do miocardio e acidente vascular cerebral (AVC).

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Sintomas, diagnóstico e tratamentoNa maioria das vezes, a patologia não tem sintomas. Eduardo Costa Duarte Barbosa, cardiologista e presidente da Latin American Society Hypertension (Lash), diz que sinais como dor de cabeça, falta de ar, palpitações, zumbido no ouvido e tontura só ocorrem se a pessoa tiver uma crise hipertensiva (subida abrupta da pressão).

“Por se tratar de uma doença assintomática, é muito importante aferir a pressão uma vez por ano”, afirma o médico.Ele relata ainda que, em alguns caos, a medição realizada no consultório, com aparelhos manuais ou automáticos, é suficiente, porém, há outros em que se faz necessária a realização do exame ambulatorial da pressão arterial, conhecido como MAPA, durante 24 horas.

A enfermidade não tem cura, mas pode ser tratada e controlada por meio, principalmente, da correção de hábitos alimentares pouco saudáveis, combate ao sedentarismo e controle do estresse.Muitos pacientes ainda precisam fazer uso de medicamentos, dentre eles vasodilatadores, diuréticos, inibidores do canal de cálcio e beta-bloqueadores. Eles podem ser usados sozinhos ou combinados.

Quando se trata da DHEG, o Ministério da Saúde informa que o “tratamento da pressão alta leve na grávida deve ser focado em medidas não farmacológicas, já nas formas moderada e grave pode-se optar pelo tratamento usual recomendado para cada condição clínica específica”.

Maio: mês da conscientização da hipertensãoO mês de maio é marcado pela mobilização internacional de conscientização da hipertensão, já que o dia 17 é o Dia Mundial da Hipertensão. Nesta época, há três anos, a International Society of Hypertension (ISH), endossado pela World Hypertension League (WHL) e apoiada pela Servier, promove o May Measurement Month (MMM).

Na edição do ano passado, 98 países participaram, totalizando o rastreamento de 1.504.963 indivíduos. Cada um aferiu a pressão arterial e completou um questionário sobre estilo de vida e fatores ambientais.Segundo a campanha, 502.079 (33,4%) apresentaram hipertensão, dos quais 298.940 (59,5%) estavam cientes de seu diagnóstico e 277.794 (55,3%) em tratamento com medicação.

No Brasil, os dados mais recentes são do MMM2017. Em maio daquele ano, foram coletadas informação de 7.260 pessoas no país. Destas, 3.396 (47,0%) eram hipertensas.Outros números levantados foram que, dos indivíduos não receberam medicação anti-hipertensiva, 924 (19,5%) eram hipertensos e, dos que receberam, 977 (40,0%) não tinham a pressão controlada.

“O alto percentual recém-diagnosticado e a identificação de hipertensão não controlada, apesar do tratamento farmacológico, reforçam a importância dessa ação para conscientizar e melhorar a prevenção de eventos maiores cardiovasculares”, finaliza Barbosa, que é o coordenador do MMM no Brasil.

Fonte: Head Topics

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