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Amazonas endurece medidas de contenção da Covid-19

O governador do Amazonas, Wilson Lima, anunciou novas medidas restritivas para reduzir a taxa de infecção pelo novo coronavírus no estado, entre elas a ampliação para 24 horas do período de restrição de circulação de pessoas. As medidas entram em vigor a partir de hoje, 25, e vão até 31 de janeiro. De acordo com decreto, supermercados varejistas e atacadistas de pequeno, médio e grande porte e padarias, além de mercados e feiras, terão horário pré-determinado de funcionamento. Farmácias poderão funcionar 24 horas, assim como os serviços essenciais das áreas de saúde e segurança. O decreto estabelece que será permitida a circulação para aquisição de produtos essenciais à vida limitada a uma pessoa por núcleo familiar. Não serão permitidos serviços delivery ou drive-thru de comércio e serviços considerados não essenciais.

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De acordo com a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM), o índice de contaminação pelo coronavírus no estado tem taxa de transmissão de 1,3, a mais alta do país. Isso significa que cada grupo de 100 pessoas infectadas transmite o vírus para outras 130. A FVS informou que foi constatado um aumento de 135% no número de casos de Covid-19 detectados nos últimos 14 dias, batendo recorde, este ano, de mais de 5 mil casos registrados em um único dia.

Ontem, 24, caminhões carregados com cerca de 160 mil metros cúbicos de oxigênio chegaram a Manaus vindos de Porto Velho (RO). A demanda diária nas unidades de saúde da capital amazonense aumentou de 15 mil m³ para 75 mil m³, o que inviabilizou a capacidade de abastecimento pelo fornecedor local do produto.

Também nesse domingo, a Justiça Federal no Amazonas determinou, por meio de liminar, que a cidade de Manaus informe diariamente os dados de todas as pessoas que foram vacinadas contra a covid-19. Caso o poder municipal descumpra a medida, a decisão prevê multa de R$ 100 mil. Além do nome dos vacinados, devem ser informados CPF, local onde foi feita a imunização, função exercida pela pessoa vacinada e local de trabalho. As informações devem ser enviadas por e-mail aos órgãos que propuseram a ação devido a suspeitas de que doses foram aplicadas em pessoas que não fazem parte do grupo prioritário. Na decisão, a juíza federal Jaiza Maria Pinto Fraxe determinou ainda que as pessoas que tomaram indevidamente a primeira dose da vacina ficarão impedidas de receber a segunda dose, podendo ficar sujeitas a prisão em flagrante delito caso de insistam no ilícito.

Ainda na região norte, o estado de Rondônia também vê agravada a crise no atendimento de pacientes com Covid-19 e avalia com o governo federal a possibilidade de transferir para outros estados doentes que aguardam vagas em unidades de terapia intensiva. A medida seria uma alternativa para desafogar a rede de saúde no estado, que já está com 100% dos leitos ocupados. (Com Agência Brasil)

Fonte: O Povo Online

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