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Assembleia estadual de SP inicia CPI da ”pílula do câncer”

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DE SÃO PAULO

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Fosfoetanolamina criada pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo entrou efetivamente em atividade nesta quarta (25), com a eleição de seu presidente, vice-presidente e relator. Os cargos, respectivamente, são ocupado por Roberto Massafera (PSDB), Rafael Silva (PDT) e Ricardo Madalena (PR).

A CPI foi criada para “apurar as razões que motivam o Estado a não realizar pesquisas para a liberação da substância fosfoetanolamina, produzida por cientistas no Campus da USP de São Carlos”. Estudo do Icesp (Instituto do Câncer do Estado de São Paulo) concluiu que substância não funciona.

Defensores da substância afirmam que o suposto mecanismo de ação da droga requer um sistema imunológico preservado para gerar resultados positivos. No caso, os voluntários já estariam debilitados e não teriam condições de exibir tal resposta.

No entanto, não há evidência científica que permita esse tipo de avaliação.

Os deputados também almejam colocar em xeque a escolha da dosagem e do modo de administração do estudo do Icesp, algo questionado pelo criador da fosfoetanolamina, Gilberto Chierice, professor aposentado da USP.

Apesar de ter distribuído a droga por anos e para centenas de pessoas, Chierice preferiu não palpitar na dosagem usada no estudo do Icesp e afirmou ser necessária a realização de testes específicos para essa finalidade.

A CPI também pode se focar nos buracos no princípio da história da “fosfo”. Há relatos de que a substância foi testada em seres humanos em hospitais do interior de São Paulo em meados da década de 1990. Os dados, no entanto, nunca foram publicados.

Cápsula de fosfoetanolamina, a ”pílula do câncer”

Fonte: Folha Online

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