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Automedicação: conheça os riscos

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A automedicação pode ser comum, mas isso não quer dizer que ela seja segura. Várias são as pessoas que, durante a rotina, acabam pegando aquela indicação

A automedicação pode ser comum, mas isso não quer dizer que ela seja segura. Várias são as pessoas que, durante a rotina, acabam pegando aquela indicação de um colega de trabalho para aliviar uma dor de cabeça, desconforto estomacal, e por aí vai.

Veja também: Intoxicação por medicamento no Espírito Santo ocupa o 2º lugar dos atendimentos do Ciatox

Segundo pesquisa do Conselho Federal de Farmácia, mais de 70% dos brasileiros praticam a automedicação como um hábito.

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Cada organismo reage de uma maneira, ou seja, cada medicamento apresentará uma maior ou menor taxa de eficácia em cada organismo e, em alguns casos, pode causar até efeitos colaterais.

A médica Amanda de Oliveira, em entrevista ao portal Paraiba Total, comentou sobre os riscos da automedicação. “O paciente pode apresentar reações adversas, toxicidade grave e até adquirir resistência”, comenta a doutora.

Nesse texto, iremos expor os riscos mais comuns dessa prática. Para evitar esses problemas, sempre converse com um profissional da saúde, obtendo as orientações necessárias para um tratamento seguro.

Intoxicação por automedicação

Segundo levantamento do Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, 30 mil casos de intoxicação por automedicação geram internações todos os anos no Brasil.

Um dos motivos é o desconhecimento de alergias. Mesmo medicamentos comuns, como paracetamol, podem ser potencialmente alergênicos para as pessoas sensíveis ao princípio ativo.

Por isso, em casos de automedicação, o paciente pode não ter conhecimento da alergia ou até mesmos saber que é sensível a determinado químico, mas não ter a informação de que ele está presente naquela formulação.

Doses mais altas do que o indicado

Imagine que você está com uma dor de cabeça, daquelas bem fortes. Seu colega de mesa te indica um analgésico. Você toma, mas não sente o efeito. Resolve dobrar a dose. Afinal, mais remédio, menos dor, certo? Errado.

Aumentar a dose de uma medicação pode levar a efeitos colaterais tanto em curto como em longo prazo. Tanto você pode gerar alguma reação na sequência do consumo ou então acabar gerando uma resistência ao medicamento futuramente e até mesmo uma dependência.

Por isso, sempre que não sentir o efeito de um medicamento, notifique um profissional da saúde. Ele saberá te indicar se esse é o caso de aumentar a dose em um patamar seguro, ou até mesmo de realizar uma troca de medicação.

Interações medicamentosas

Esse é outro ponto ao qual o paciente deve ficar atento. A automedicação pode causar a interação medicamentosa, interferindo na eficácia de um medicamento ou até mesmo gerando uma reação prejudicial à saúde.

Vários são os possíveis causadores da interação medicamentosa:

  • Consumo de dois remédios diferentes sem o acompanhamento de um profissional da saúde
  • Certos alimentos (exemplo: medicamentos, se ingeridos com leite, podem ter queda na eficácia)
  • Medicamentos e álcool

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico


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