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Biomm poderá produzir insulina de última geração para tratar diabetes

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SÃO PAULO  –  A biofarmacêutica Biomm, que nasceu em 2001 da cisão da antiga Biobrás, pode se tornar a primeira fabricante de insulina análoga de longa duração do país. Com a recente aprovação do Glargilin, nome comercial para o biossimilar da insulina glargina, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a Biomm poderá dar andamento a seu plano estratégico e solicitar a validação da fábrica, já construída e montada, de Nova Lima (MG).

Essa será a primeira unidade fabril no país a produzir esse tipo de insulina, considerada o mais moderno tratamento de diabetes. “Demos um passo muito importante para a sociedade brasileira, que perderá a dependência internacional de um medicamento tão relevante como a insulina glargina”, afirma em nota o principal executivo da Biomm, Heraldo Marchezini.

Conforme a companhia, a aprovação dá acesso a um mercado estimado em mais de R$ 1 bilhão por ano e com crescimento anual de dois dígitos. Inicialmente, a insulina será importada, mas após a certificação da fábrica pela Anvisa, terá início a produção local.

A Biomm pedirá agora autorização de preço do produto para a Câmara de Regulação de Mercado de Medicamentos (Cmed), órgão da Anvisa que estabelece limites para preços de medicamentos no Brasil.

As ações da farmacêutica registram alta de 25%, negociadas a R$ 8,80 cada, na maior alta dos negócios desta terça-feira (10) na B3. Os papéis reagem ao comunicado divulgado ontem (9) pela empresa informando que agência reguladora aprovou seu pedido para registrar o Glargilin, utilizado no tratamento de diabetes dos tipos 1 e 2.

O registro do biossimilar da insulina glargina é importante porque, além de permitir a comercialização desse medicamento pela Biomm, possibilitará à biofarmacêutica pedir a validação da fábrica de Nova Lima. No total, o projeto original da Biomm previa investimentos de R$ 500 milhões.

No fim de maio, a diretoria colegiada da Anvisa deu provimento parcial a recurso impetrado pela companhia contra o indeferimento do pedido de registro do Glargilin, como tinha deliberado a área técnica da Anvisa em outubro do ano passado.

Fonte: Valor Online


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